quarta-feira, 1 de setembro de 2010

JUSTIÇA - PEÇO JUSTIÇA

Antes de ter ido para férias, pedi a entidades abstractas que levassem o prof. Carlos Queiroz a tribunal. Mais, que o condenassem. Assim, parece ser o que está ou vai acontecer ao seleccionador nacional. Fiquei muito satisfeito. Só espero que não demore muito para o fuzilarem. Já agora, peço também às mesmas entidades abstractas o favor de criarem o cargo de Ministro do Futebol para premear o actual secretário do Desporto. O homem merece.
Portugal é um país de asnos. O futebol é um desporto belíssimo quando jogado por equipas formadas por gente que gosta de pular, meter a cabeça à bola a fim de ela entrar numa baliza, e etc. Depois do jogo ter terminado ala tomar banho e beber uns púcaros. Isto é o que eu pensava que o futebol era. Quando deixei de jogar (brincar) e passei a ir assistir a jogos é que percebi que também eu era um grande asno. Gritava, chamava nomes feios a quem não pertencia ao meu clube. Até cheguei a chamar gatuno ao árbitro. Acabava o jogo e lá estava eu a comentá-lo e a exaltar-me com as minhas próprias análises quando em confronto com outros doentes. Pára, pára! Parei para pensar e pronto. Cheguei à conclusão que aquela actividade tinha de ter um certo espaço. Pelo menos a violência verbal também a ela se conjugava. Mas, nem meio mas, aquilo é assim. Por isso - e outras coisas mais - é que se trata de um fenómeno difícil de explicar. Não posso estar mais em desacordo com o que estão a fazer ao Prof. Queiroz. Assisti aos jogos e apercebi-me que os nossos jogadores - talvez dos melhores do mundo - borraram a pintura de uma selecção que tinha uma postura de dignidade voltada para o exterior e que tinha o dedo indiscutível do professor. Não jogaram à altura do que deles se esperava. No jogo crucial não foram felizes. Será isto o fim do mundo? Não, não será. Só os asnos da bola (alguns) querem arranjar um bode expiatório para pagar os coices mal dados numa bola. Só gente incapaz de preparar o futuro não se apercebe que é preciso corrigir os erros com os mesmos que erraram. Não proceder assim dá azo a que se recomece do princípio à escala zero.
Nota final 1:
o professor empregou termos futebolísticos - pouco dignos no salão das senhoras Sousas - que afectaram as meninas do controlo das drogas? Nada mais simples! Aplique-se a lei. Multa, prisão remível? Tudo bem. O professor impediu que se cheirasse o chichi dos atletas? Rua! Olho da rua! Não foi isso que aconteceu! E então? Então, ora bolas a questão para alguns é quererem fugir ao que combinaram contratualmente, isto é, nada de cacau para o seleccionador. O professor tem uma imagem a defender e cacau a receber. É o outro lado da questão.
Nota final 2:
Temos jogos de apuramento da selecção com o seleccionador suspenso! Bem, vão-se lixar.
Nota final 3:
Sinto-me tão bem neste papel importantíssimo de comentador da bola. Uau!!!!!!!!!!!!!!!
mmb

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