quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

O PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE AZAMBUJA DISSE QUE A MORTE DE 540 MAMÍFEROS FOI UMA VERDADEIRA CHACINA. MAS JÁ SE FOSSEM UNS 5 OU 6 ABATIDOS A TIRO ERA COISA DE GENTE CIVILIZADA. DIGO EU.

 

Massacres há-os de todos os feitios. A titularidade da classificação só depende do número de vítimas. 

quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

JOÃO ADELINO FARIA ENTREVISTOU A SOCIAL-DEMOCRATA MARISA MATIAS. ALGUNS MOMENTOS .. GENTLEMAN!




 
Estas caretas são condizentes a cada um dos candidatos?

segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

TRÊS BALÁZIOS DIRIGIDOS A CABRITA. ESTARÁ JÁ O SENHOR MINISTRO POLITICAMENTE MORTO?

Se por um lado encontramos uma dupla ou tripla coesas que defendem intransigentemente os atos e comportamentos de Eduardo Cabrita, por outro detetamos um  grupo ou conjunto finito que o quer derrubar. Vou explicar-me seriamente sem estar a fazer pilhéria, coisa de que às vezes sou acusado. 
Quem está a favor de Cabrita não como um adepto de futebol mas como compagnons de route? Até agora temos o primeiro-ministro e alguns membros do executivo que não têm outra saída senão estarem a defendê-lo ou a defenderem-se...  Ressalve-se Mariana Vieira da Silva, Ministra de Estado e da Presidência, que não me parece estar em qualquer dos  lados da balança de juízos. E digo isto pelo que assisti na conferência de imprensa de Cabrita onde Mariana também estava. O que foi? A cara com que ela enfrentou a saraivada de disparos  que Cabrita mimoseou os jornalistas. Bem, bem ou mal esta é a entourage que mantém Cabrita como ministro. Defende António Costa o amigo ou o político e  suas intervenções que alimentaram as diatribes do Ricardo Araújo Pereira? É cedo para responder. Pergunte-se ao ao Primeiro- Ministro  que é a melhor maneira de se atingir metafisicamente a verdade.  Penso que por aqui não deve  haver muitas dúvidas acerca deste meu raciocínio. Da minha parte não tenho, pudera.

Os três balázios:

Primeiro - O modo como Cabrita lidou com o caso do cidadão ucraniano assassinado por forças policiais em nome do Estado que ele superintende politicamente demonstrou a sua falta de tato e perspetiva. Não previu a avalanche que aí vinha. Não teve sensibilidade suficiente para entender globalmente a condenação futura pela opinião pública nacional e internacional pelo  assassinato de um inocente emigrante que estava preso em condições medievais nas masmorras de um aeroporto em pleno século XXI. A morte de inocentes e as sevícias policiais descontroladas na pessoa de cidadãos não foram por ele tratadas convenientemente. Não teve coragem para limpar das polícias os verdadeiros facínoras que nas esquadras se acoitam . Se o tivesse feito a tempo  a imagem das polícias não estaria tão degradada. Deixou as polícias em autogestão coisa imperdoável politicamente falando.

Segundo - A visita do Diretor Nacional da PSP a Belém. Se foi a seu pedido a audiência com Marcelo isso significa que aquele diretor não tem confiança em Cabrita para tratar de assuntos de Polícia. O diretor não reconhece no Ministro da Administração Interna o poder de gerir o seu ministério. Cometeu o erro de não ter respeitado a hierarquia. Pode sair-lhe bastante caro. Cabrita devia tê-lo exonerado mal tivesse conhecimento do facto. Se por acaso o diretor da PSP lhe pediu autorização para se deslocar a Belém e Cabrita o concedeu, então Cabrita já não funciona, já não está em condições. A República de Bananas não está assim tão longe. Quer dizer, já não temos um Ministro da Administração Interna, temos sim, um amigo do dr. António Costa que o segura já não politicamente numa secretária lá para os lados do Terreiro.

Terceiro - Este é um balázio diabólico. Se o Presidente aceita receber um alto funcionário do Estado a pedido deste sem dar conhecimento ao seu superior hierárquico, no caso Eduardo Cabrita, o Presidente mais não faz do que fazer-lhe a cama, desautorizar o ministro diretamente e já agora o primeiro-ministro por tabela. Se o Presidente dá a conhecer ao Primeiro-Ministro de que vai receber o diretor da PSP, e Costa não objeta, então temos a saída de Cabrita nos próximos capítulos de acordo com a cumplicidade de ambos os representantes dos dois órgãos de Soberania. Se o diretor Nacional da PSP foi convidado pelo Presidente e este não dá conhecimento a Costa, então temos o caldo entornado. E guerra Marcelo vs Costa não é crível. Não creio nesta hipótese por causa da proximidade de eleições. Mas em política há coisas estranhas... No entanto, António Costa pode ter pedido (secretamente) a Marcelo para convidar  o diretor para depois Costa ter força moral suficiente para "expulsar" o amigo Cabrita que só está a criar problemas à sua governação malheureusement às portas da "nossa" Presidência Europeia. Salvo seja. É preciso limpar a cara e a saída de Cabrita vai dar cá um jeitão.

PS: A questão de fazer desaparecer o SEF implica o costume: sempre que é preciso enfrentar situações que abalam o regime parido pela Revolução dos Cravos, os políticos que nós escolhemos para nos representar criam novas leis. Realmente, ninguém está seguro com esta malta.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2020

UM MINISTRO E O PRESIDENTE DA REPÚBLICA ENCOSTADOS À PAREDE EXPRESSAM-SE COMO SE ESTIVESSEM INFETADOS PELO VÍRUS DA ÉTICA

 



O ministro da Administração Interna enviou uma mensagem de pêsames à  viúva de Ihor Homeniuk. 

Pode repetir?

Só quase nove meses depois de o cidadão ucraniano ter morrido às mãos das autoridades portugueses, o senhor Cabrita, ministro da Administração Interna,  apertado por todas as frentes de combate  mediático-político, teve um gesto de elevado sabor de compaixão. Fez encaminhar  uma mensagem de pêsames à  desolada viúva e órfãos de Ihor com a esperança de lhe ser atribuída uma indemnização para compensar o seu desaparecimento.  Numa conferência de imprensa, volta-se para os jornalistas e acusa ( para o ar) dizendo que tinha sido ele o único a sensibilizar-se com o caso. Enquanto todos os outros  não estavam virados para este. Eu acho que não é verdade, mas como a palavra de ministro vale mais do que a minha (o que não  é  difícil ) eu calo-me porque para se jogar a este jogo é preciso traquejo, coisa que me faz falta. 


Do senhor Presidente da Republica pareceu-me que disse  mais ou menos o seguinte sobre o tema :

É preciso saber se se trata de uma espécie de prática daquela força policial. E se for é preciso atuar. 

Pode repetir? 

Não vale a pena e isto porque o espaço/tempo de nove meses de silêncio sobre tamanha e monstruosa  enormidade  é  suficiente para percebermos que governar em Portugal o que dá é colocar uma pedra sobre os assuntos melindrosos. É procurar abafar as chatices para não alertar os eleitores. Fazer ondas é proibido.  Também se pode questionar se há,  neste momento,  em Portugal, algum político que tenha a coragem de limpar tanta mão suja que nos deixa mal colocados perante uma Europa civilizada de que queremos fazer parte. 

A verdade é que há muita gente nossa que expressa medo por vivermos num país onde se tem medo dos criminosos e dos polícias ao mesmo tempo.  O que não deixa de ser curioso.

Aconselho  a não gritar "ó da guarda" porque pode ser perigoso! Coma, cale e não contradiga ninguém porque pode tratar-se de um fora da lei ou de um dentro da lei quem o venha socorrer. A vida só é preciosa quando se está vivo, já dizia aquela socialite  habitué do salão do   titular.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

DEPOIS DE UM PESADELO PUS-ME A PINTAR O SONHO. UMA CRIANÇA SOBRE UM MONTE DE MORTOS E MORTAS. ADULTOS VELHOS E NOVOS. SE HOUVESSE POR AÍ UM JOSÉ DO EGIPTO.?

 

Terá esta pintura a ver com os estragos que a Convid19 veio mais tarde a fazer à humanidade? Só as crianças escaparão. A data da pintura: 2017

segunda-feira, 30 de novembro de 2020

O FUTURO ELEITORADO PANDÉMICO. OS FERREIRAS = A CRISTINA MEDIÁTICA E O JOÃO CANDIDATO


1 -  Este confinamento a que a população está sujeita veio alterar-lhe o modo de viver,  estar, de pensar  e agir em comunidade. Vou falar por mim e pelo que  observo nos contatos que tenho tido. Pode não ser rigoroso nem científico esta minha "dissertação" mas que a experiência de reclusão é uma espécie de desafio ao modelo de pessoa que fomos penso que isso não pode estar em causa porque a alteração é sensível. Ainda há dias as televisões anunciaram que os idosos a partir dos 75 anos estariam fora dos benefícios de uma provável vacina salvadora. Ao ter conhecimento dessa excrescência literária e economicista totalmente à revelia e  afora das diretrizes emanadas por Deus Senhor Nosso e dos Judeus que no-Lo emprestaram para uso ocidental,  eu senti-me no lado de fora da humanidade. Recordei com saudade as palavras que  Tao há 5 mil anos respondera aos seus discípulos e que Moisés plagiou : Mestre, o que é preciso para se ser feliz?, ao que Tao respondeu: não faças aos outros o que não queres que te façam a ti.  Senti-me uma espécie de utente de lar da terceira idade ilegal mas muito limpinho à espera que o vírus me enviasse para a cremação (que é o que eu prescrevi para mim depois de  deixar de ser eu/mim). Do modo como foi difundida esta "norma" assustadora é de crer que a população alvo e  denunciada deste modo pouco Tao cristianizado   tenha começado a encomendar a alma ao seu Deus ou santinho da sua predileção. Quem já esteve preso (eu passei por isso há muito e a sensação de estar em casa sem poder sair é tal e qual, com algumas atenuantes, claro) sabe que qualquer boca, notícia, boato, etc.  numa cadeia pode  tomar uma importância tamanha que "é um louvar a Deus", como às vezes a minha Avó se expressava perante os horrores que a humanidade passava devido aos desejos dos senhores da guerra em querer matar tudo que se lhes opõe. É como se tratasse de alguém que recebeu guia de marcha para sair do corredor da morte  (San Quentin) para enfrentar o carrasco ou "assistente técnico de tanatologia elétrica". Só que não são só os visados de tal medida  tipo eutanásia à portuguesa que ficaram afetados; também a família e os parentes mais chegados sofrem. Se os responsáveis políticos diretamente adictos  ao combate do vírus estão apenas a lidar com números sem os ligar a gente de carne e osso (por acaso os meus ossos ainda me permitem locomover-me como se eu fosse uma Olívia Palito com pénis) eu sugeria mais atenção ao comunicar com o povo que já não é novo mas sim velhote. Aprendam com as Senhoras Vicentinas como se deve tratar os "pobres e os velhinhos". Se não quiserem atuar com amor e carinho a fauna caquética que os pariu, eu vejo-me obrigado a queixar-me ao camarlengo mediático e grande comunicador televisivo dr. José Miguel Júdice da SIC que Deus o guarde e lhe afie a ponta da língua mesmo sendo um homem de direita, o que não tem mal algum.

2 - Não sou fã de Cristina Ferreira só pelo facto de ela gritar muito nos seus programas. Mas retirando esse aspeto que me dava nervos é uma mulher que eu aprecio de várias maneiras e de cima abaixo. É bonita o raio da mulher, finge ser saloia mas é uma grande senhora pois apresenta-se recheada de maneiras e protocolos sociais quando o clima a isso a obriga. Recebe e bem tanto o pobre como os que esta democracia aburguesou com motorista e tudo. É aconchegada com aquele humor que leva o maralhal a retê-la na retina. Apresenta um corpo de diva e sorri sincero (será plástico?) e muito quando está perante o público que a consome. Loira mas inteligente. Calculo que cheire muito bem apesar de nunca ter estado perto dela. Tem estudos superiores e creio que domina o público português como o Tarzan de Rice Burroughs  a famosa Jane quando a transportava de árvore em árvore. Até se deu ao luxo de ter criado uma revista que se lê bem embora não seja "O Capital" em fascículos. A minha apreciação sobre o que estão fazendo a Cristina Ferreira deve-se ao facto de eu e muitos outros perceberem que neste País quem sai da mediania e se alcandora bem lá em cima está sujeito a ser destruído por uma inveja idiossincrática. Ninguém é poupado em Portugal. Nem sequer Nossa Senhora de Fátima ficou livre dos maldizentes da Primeira República que a queriam desacreditar e que em Vila Nova de Ourém, os mesmos, prenderam os Três Pastorinhos que juraram que ela vestia de branco e que falava com eles sentada na copa de uma árvore e que lhes recomendou que rezassem muito para converter a Rússia terra de muito pecado.  Que coisa mais linda! Safa, que cambada de hereges! Não escrevo sobre o livro de Cristina porque não saio de casa para o comprar com medo do SNS/PSP, mas o que sei é que basta ela mexer-se o País para. Afinal as bocas dos basbaques ela transformou num furo que foi bem aproveitado. 

3 - Ouvi a entrevista do candidato presenciável João Ferreira sentado num sofá que se encontra em forma côncava depois de 9 nove meses a utilizar o mesmo lugar dia e noite. Fiquei com a ideia de que ele como bom comunista (neste século já se pode falar assim, Estaline está feito múmia e o "25 de Novembro" açaimou-os) estudou muito bem para responder às questões do escritor Miguel Sousa Tavares. João Ferreira é biólogo e deputado europeu. Só que ao recitar a Constituição com tanta perfeição convenceu-me que de que se tratava de um bio-constitucional e não de um cultor da vida ou biólogo. Quando Sousa Tavares quis saber onde metia o marxismo e o leninismo, Ferreira recuou como um touro em meia praça e nunca mais deixou o entrevistador respirar. Quando MST lhe pergunta se sendo presidente daria posse a um governo de direita (suponho que incluía o Chega, deu-me a entender isso), João Ferreira tomou a praça toda. Nunca mais se calou. É um homem bem preparado teoricamente. Nasceu depois do "25 de Abril",  logo não tem experiência vivencial do que a PIDE fazia aos comunistas no terreno. Contaram-lhe! Não deixou de meter o texto constitucional em todo o tipo de questão. Fez citações de cor. Hoje os comunistas já não usam a cassete, agora é disco rígido. Aprendi com ele que a nossa Constituição dá para tudo. Defende tanto o pobre como o rico. Se é assim estamos perante um democrata. Em 1974 por perguntar a um comunista qual a razão de ele não respeitar a democracia levei com um sopapo para aprender. O que me valeu para não apanhar mais foi a intervenção do MRPP. Ainda não paguei o favor!