segunda-feira, 10 de outubro de 2011

hoje, vou "raciocinalizar" alberto joão jardim e carlos césar









o psd-madeira não existe. não me chateiem e leiam. o suposto psd-madeira - através do seu chefe supremo - mandou à merda o superintendente do psd-real. de seu nome pedro passos coelho. tanto assim foi, que este não teve coragem para se deslocar ao arquipélago para não ouvir das boas. nada tem a ver com dívidas nem com a troika. e isto é aqui dito porque a mesma troika já sabia que portugal era um país individado. o capital tem bufos em toda a parte. é uma espécie de espírito santo de orelha. jardim, quando lhe convém, provoca tudo e todos. eu, com a experiência que tive de bebedeiras, diria que o homem toca no tintol. não se pode provar, pois ele não conduz... por que razão não foi ele denunciado formalmente dos desvios dos dinheiros públicos pelos sacripantas que abocanharam o estado português? é simples! todos comeram e muito do erário público. eram cúmplices. e o tribunal de contas? é uma instituição lírica. não conta. e o banco de portugal? como assim? aquilo não é já o banco de portugal, aquilo é o bando de portugal. disse! bem, voltemos à extinção do psd-madeira. toda a besta sabe que não há partidos regionais (por causa do medo das independências). assim, o senhor passos coelho (dr) é quem manda no senhor jardim politicamente falando. bastava que não assinasse o boletim de inscrição de alberto joão (dr) no tribunal aquando dos actos eleitorais e ficava a ver navios o madeirense. só lhe restava uma saída: formar um novo partido. porra, mas nacional. não vou alongar mais esta conversa porque há alguns dos meus leitores que são intelectualmente desenvolvidos. "é" pedro por que não actuaste contra o jardim que te desrespeitou? medo! muito medo! o ajj é inteligente. os madeirenses (fujam da frente deles) vivem numa ilha mais pequena do que a ilha de são miguel e são três vezes mais em número do que os micaelenses. e, olhem que os micaelenses fodem como os ratos, logo: de grande procriação ou proliferação. os madeirenses têm de se virar porque têm poucos metros quadrados para respirar. além do mais, enquanto nos açores a terra produz três colheitas por ano, na madeira, a terra é seca devido ao seu querido clima. estão a ver o joe berardo? os madeirenses são mais ou menos como ele. eu que falo bruto como as cabras às vezes não os entendo. têm dúvidas? entrem em contacto com a família dona dos vinhos da barca de alva... que deu sociedade a um madeirense... eu sou um chato de merda e não peço desculpa a ninguém. porra de crónica! bom, onde é que ia... ah, já sei! jardim por meio de jogadas à madeirense transformou o psd que pernoitava na madeira num feudo regional. se os continentais lhe faziam a vontade voraz que tinha em colocar a madeira a um nível tipo ilha de malta tudo bem. se começavam a cortar as vasas ele ameaçava com a independência da madeira (coisa que ninguém sabe o que seria... conhecendo os madeirenses o suficiente, julgo que apareceria uma nova espécie de pseudoeuropeu: canibal) patetas e cubanos (portugueses que não gostam de trabalhar e que utilizam um boné com uma estrela à che guevarra e que ocuparam os ministérios onde havia muito dinheiro) era como jardim os chamava . para quem não saiba, o che do charuto era um ícone dos putos dos anos sessenta tipo marilyn monroe. dar independência à madeira implicava a queda da diplomacia portuguesa na américa do sul e áfrica do sul. depois, por arrastamento a independência dos açores. atenção, menos a independência da terceira. os terceirenses são uma outra qualidade de açoriano: há séculos que não só não trabalham como ditam a etiqueta na região autónoma. com os micaelenses a mandarem nos açores, os terceirenses teriam de trabalhar para dar ao dente. coisa impensável à nobreza regional. os açorianos estão muito espalhados pela américa do sul e do norte na ordem dos milhões. chamo a atenção para o facto de os micaelenses se terem fixado no cu da américa que é onde existem as fábricas. já os terceirenses foram para a califórnia terra de sol e praias. e são mais sociáveis e mais apreciadores da dolce vita do que os coriscos mal-amanhados (micaelenses). portugal não pode deixar cair estas zonas geográficas onde os ilhéus de origem portuguesa se estabeleceram, por que isso seria o fecho das muitas caricatas embaixadas nacionais. nada de independências, logo há que pagar para se ter ilhas com tais projecções internacionais. o que seria um consul português no cu da américa só a representar os portugueses do rectângulo? que importância teria? que responda o leitor que acompanhou este texto até aqui. eh pá, afinal onde estão os ex-social-democratas da madeira que exercerem o sagrado dever de votar na quadrilha dos burgueses que toma conta dos partidos (únicas entidades credenciadas para poderem chegar aos dinheiros públicos)? vejam só até onde vai a minha maldade: votaram no jardim e só nele e no seu gang (digo gang como poderia dizer associação cívica com fins lucrativos). todos os madeirenses que já foram social-democratas votaram em jardim. para além destes acrescento os comunistas a quem deu casas, socialistas a quem deu emprego e benesses, madeirenses a quem permitiu uma vida melhor. o cds-pp só tem ricos e fidalguia e não aceita esmolas para casebres, detesta labreguices. jardim às vezes é labrego. por isso vamos ao voto nos socialistas: a ilha da madeira tem também socialistas puros. alguns deles até são intelectuais (para o mal deles). são uma minoria e como tal estão distribuidos no parlamento madeirense (numa esquina da casa grande). eh pá; e a grande vitória do pp do ministro portas? os centristas da madeira são os mesmos e se obtiveram três vezes mais votos a razão explica-se pela debandada dos social-democratas que não alinham com a anunciada loucura da pré-independência jardinista. estão bem demais na vida para arriscarem o seu que já foi pertença de outros. quanto ao bloco de esquerda ter desaparecido a favor do senhor coelho e filhos lda, isso deveu-se à falta de teatro de rua... além de tudo, o senhor coelho representa umas boas centenas de madeirenses que vivem mal. soube interpretá-los. mas eles são muito poucos para terem peso. quanto aos comunistas? tiveram o que mereciam numa região ferozmente capitalista. teriam de perguntar a carlos césar dos açores como é que ele domesticou os fascistas. façam como ele ou morrerão por inanimismo. tá dito. um partido subterrâneo emergiu destas eleições. passos que não é parvo de todo - apesar de ser economista - percebeu o perigo de transformar o verdadeiro psd da região autónoma da madeira num cds-pp de segunda. chupa passos para não seres parvo. tu e os outros mamíferos que dentro da caixa craniana têm outra substância para além da massa cinzenta.

manuelmelobento

ps: amanhã: carlos césar

viva o rei





estátua de dom carlos em cascais.



sábado, 8 de outubro de 2011

uma campanha decentemente barata e alegre




no tempo em que o partido da democracia cristã era perseguido, aceitei presidi-lo na região autónoma dos açores. o meu programa pessoal era o de libertar o território insular das bestialidades centralistas dos representantes do povo português; uma espécie de chulos desidratados que apareceram com um biberão na boca depois da queda do regime cristão-salazarista e que por meio de embustes burgueses se fizeram eleger protegidos pela ignorância dos eleitores. para libertar o povo ilhéu é preciso libertar - em primeiro lugar - os oprimidos. ingenuamente assim pensava eu ao tempo. o povo quer-se oprimido! bem, mas isso é outra história que não vem ao caso. continuando, pois daqui a pouco dá-me o sono. ora, ser democrata-cristão, na altura, era ser-se fascista. por acaso, e só por acaso eu não sou fascista. é uma chatice, mas é a verdade. então, e muito sagazmente, engendrei um programa para o partido se apresentar às eleições. e eu, claro, como seu cabeça de lista. curriculo? tinha saído da prisão por tentativa de assalto (não fora bem assim, mas deixa estar) e tinha sido amnistiado por uma lei emanada da assembleia da república que abrangia crimes político-militares (1979), e como tal o meu crime (eram vários) tinha sido considerado. adoro portugal e é por isso que me deixei de separatismos. ah, e era professorinho (como professor não faltava às aulas embora estivesse ao abrigo dos direitos dos candidatos em campanha o poder fazê-lo. uma espécie de o que é dos copos aos copos pertence e o que nos faz comer de consciência tranquila (trabalho) não se confunde. estava limpo! ah, não fora militar nem dera tiros em ninguém. no tempo em que havia a pide eu - embora nunca tivesse cagado fininho - tive muito medo. um dia um filho de puta de um comuna do meu bairro pediu-me para esconder umas malas durante um certo período. uf, que cagaço! nem quis saber o que elas continham. não sou bisbilhoteiro. é um defeito num país de intriguistas. eu era de esquerda? não sei responder. era mais anarca se assim se pode dizer. é que para mim a política vinha logo a seguir ao vinho, às putas, ao jogo,à musica, à amizade, etc. e só muito lá no fim é que eu dava um jeitinho. era um gajo normal? não me estava a ver a trabalhar para um futuro tacho. era coisa que não me passava pela cabeça. não era por taí que me seduziam. a minha vontade era ser pintor. mas chumbaram-me nas belas artes de lisboa por ser um nabo. isto mais parece a história da carouchinha em cuecas à espera de ser enrabada. bem vamos ao programa do partido fascista que estava a meu cargo. copiei as teses do partido comunista e apliquei-as nos discursos e na campanha. combati as grandes riquezas regionais, a banca e outras organizações que a igreja na altura abençoava e os políticos açambarcaram. e os filhos de puta da comunicação social regional sempre a tratarem-me com se fosse da extrema-direita , ah, e outros filhos de puta de outros partidos. mais, o programa do pdc escrito e passado a stencil era vendido por cinco escudos. se tivesse a minha assinatura pespegada passava a sete escudos e cinquenta centavos. ainda se vendeu alguns sem assinatura. o eleitorado açoriano é esperto, filho da puta. por exemplo, vota no cavaco silva que quer dar continuidade à menoridade dos povos das ilhas. eu, hoje, até que acho que ele faz bem. aquela trampa de elitorado não merece mais do que chicote. ah, mas o mais engraçado é que o pdc conseguiu ser a força política mais votada fora do "parlamento açoriano". está entre aspas para dar ênfase à sua importância. certo dia, um homem da igreja católica atirou-me do passeio do lado contrário: tu não acreditas em deus e andas a pregar horrores no partido cristão. era verdade! a partir de certa altura deixei de acreditar em baboseiras e mitos religiosos. faz-me confusão de como os humanos acreditam em deuses de forma humana e nos seus desvarios sexuais com virgens. o raio do deus que os cristãos ocidentais escolheram não é que fornicou uma virgem e bonita e ainda por cima fez-lhe um filho. eh pá, tem dó. eu sou sub-humano. não dá para entender os doutores e sábios que beijam o cu às estatuetas. para acabar. passados os actos eleitorais e das vitórias morais, eis que sou acusado de ter obtido votos de velhinhas beatas que julgavam que o pdc transportava a palavra divina. de facto, numas eleições posteriores o número de votos decresceu e muito. não que elas não quisessem votar na democracia cristã (eram fanáticas), deu-se o caso de terem morrido. ah, fizemos a campanha com apenas 175 escudos. e mesmo assim ainda cresceu algum. cada fotocópia dava lucro. que fizemos do lucro? não utilizámos os bancos suiços. bebemos umas cervejolas. ai foi tão bom!



ps: não coloco o jornal do dr. eduardo brum no rol da comunicação social açoriana. brum representou - durante dez anos - a primavera da liberdade de expressão numa terra de mentes feitas por uma "sabedoria" que em vez de subir é imposta de cima para baixo. os povos que resultam dessa "pedagogia" são muito pequeninos.



manuelmelobento



outra mudança






este blogue - que está a ver se se apresenta melhorado - enconta-se numa fase de balancete.

domingo, 2 de outubro de 2011

mudança de carranca - atenção


este blogue mudou de fachada porque eu resolvi dar-lhe uma nova oportunidade. só que tornei difícil a sua apresentação para quem não está informado sobre como abri-lo de várias maneiras. o mesmo aconteceu comigo. já estou a habituar-me. note: logo abaixo do título pressportugal encontra-se uma série de palavras a azul. clique em cima delas com o cursor e vai verificar que é mais interessante.
mmb

sábado, 1 de outubro de 2011

perdão, não estava a ver



: é por isso mesmo que foste enrabada