terça-feira, 3 de novembro de 2020
SEM ESCAFANDRO DE PLÁSTICO NÃO ESCAPAREMOS.
Sem um escafandro de plástico que dê cobertura aos olhos, boca e nariz vamos continuar a cair como tordos envenenados/infetados. O facto mais impressionante da inutilidade relativa das máscaras é aquele que nos informa estarem os profissionais de saúde a serem infetados continuamente apesar de mascarados. Um escafandro de plástico transparente com duas zonas para deixar sair e entrar o ar e impedir a intrusão do vírus, que se amolde aos ombros e leve como um simples saco de hipermercado pode ser uma hipótese de solução para o caos que se aproxima. Há que usá-lo em todas as situações se quisermos continuar vivos. Com esta cabeça de escafandro de plástico podemos voltar a ser livres, a frequentar restaurantes (a abertura perto dos ombros elástica permitirá metermos a comida na boca), a beber um copo com os amigos, a fazer sexo com conhecidos ou talvez não tão conhecidos (faz falta), andar despreocupadamente nos transportes públicos, eh pá fazer o que apetecer livremente, etc.É ridiculo? Sim, deve ser para idiotas vivos que depois passarão a idiotas mortos. A princípio também as máscaras faziam impressão. Depois passou a moda. Haja um empresário com capacidade de realizar a feitura deste tipo de máscara dilatada e um governo que perceba que não temos outra solução e vai-me parecer que poderemos escapar com vida a este ataque da natureza furibunda, que acho que está chateada com aquilo que estamos a fazer ao planeta, nossa casa.
sexta-feira, 30 de outubro de 2020
EH CHICHARRO FRESCO, A DOIS E MEIO O CENTO!
No meu tempo quem vendia o peixe à porta e num seIrão que carregava aos ombros como uma canga para junta de bois era o mais reles do barco. Não sei porque me chegou esta cena à memória quando liguei o aparelho de televisão na esperança de ver as donas Graça Freitas e Marta Temido fornecerem números de mortos, intetados e desinfetados serem substituidas por um moço, neste caso de recados ou de avisos. António Costa está como aquele treinador cuja equipa está a perder por sete a zero e desesperadamente procura substituir os desgastados jogadores por gente fresca mas de menor qualidade. Será que a DGS desceu de divisão?
quarta-feira, 28 de outubro de 2020
PS + PCP OU UM FUNERAL SEM MORTOS
A aliança entre socialistas e comunistas é uma espécie da peça de teatro religioso onde o percursor Batista, que comia gafanhotos no deserto, anunciava a vinda do Messias judaico que havia de salvar o mundo. Leia-se os pecadores. Pobre gente que pecava sem consciência. Batista acabou assassinado pelo femeeiro Herodes que ofereceu a sua cabeça a uma dançarina. História mal contada. Quem quiser saber o que se passou pegue-se à Bíblia dos judeus que lá está tudo muito bem explanado. Quer dizer tudo tem um fim. Às vezes o fim é antecipado o que acaba por espantar toda a gente. É o caso de este Partido Socialista estar a enfrentar uma morte política, coisa inesperada quer pelo seu líder quer por quem julgaria uma geringonça a durar até ao fim dos tempos. Fim este ditado pelas direções partidárias. Aconteceu que um aliado do PS roeu-lhe a corda. Catarina Martins ao enviar o PS para os braços do PCP acertou em dois alvos. Assume-se como a legitima proprietária da Nova Esquerda portuguesa. A seguir, o BE ao pincelar com caca de galinha o quadrívio (Marx, Lenine, Estaline e Mao) transformou-os numa espécie de MacDonald 's para consumo da imbecilidade nacional. A Tia Margarida Violante quando lhe contaram da partida que o Bloco fez ao António Costa, meteu-se numa grande saúde com um cálice bem cheio de licor de laranja receita secreta da sua tia bisavó Alice Cruz Coutinho Quebrada. Depois de ter bebido mais dois dos bem cheios dissertou assim: meu menino, agora é a vez do Ruizinho (Rui Rio). Já não era sem tempo de levar para São Bento uma vassoura do tamanho do bordão de prata do saudoso cardeal Cerejeira.
(Continua)


































