segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
domingo, 9 de fevereiro de 2014
tráfico de arte?
claro que até condenação em tribunal presume-se inocente todo o cidadão suspeito. creio que deve ser o caso do senhor xavier. deve ver pouco com aquela caixa de óculos. mas prevenir é sempre apanágio das democracias. e é nesse sentido que se levanta a questão. mais, é preciso entender que há legislação específica para controlo e penalização do tráfico de obras de arte. será o caso? não deve ser! agora, assinar um documento em que se declara extintos os procedimentos administrativos de autorização de expedição de obras de arte com os olhos fechados é considerado um ato ilegal uma vez que as obras de arte já tinham passado a fronteira... logo os defensores da lei têm de atuar. acontece que a autorização tem uma data. gostaríamos de saber qual a data da autorização. se foi concedida depois de os mirós já estarem em londres...
mmb
nb: a polícia judiciária - provando o crime de tráfico de bens culturais - terá de atuar conforme a lei nº.65/2003/23 de agosto. concretamente no capítulo I, secção I, artº. 2 no seu âmbito de aplicação da alínea t). vejamos: caso tenha havido má fé de alguém que enganou o secretário de estado da cultura, este ficará ilibado de qualquer suspeita. porém, quem transportou as obras de arte e as colocou à venda na leiloeira sabia que o não poderia fazer sem autorização ministerial escrita pois o património nacional não é vendável sem aquela. tendo levado as pinturas de miró à socapa evitando o conhecimento público do ato estava-se a infringir a lei. se o transporte fosse transparente e se fossem travados pelas autoridades no aeroporto sem documentos saber-se-ia tal fato. não foi o caso. as pinturas para passarem pelas barreiras alfandegárias teriam de possuir imunidade diplomática. quem a deu? e a que cargas de água seguiram por esta via? via esta secreta para que a polícia ficasse impedida de fiscalizar. depois, porquê londres e não nova iorque? que ligações existem entre os "carregadores-vendedores" com a christie´s para que fosse esta a preferida? a américa costuma pagar melhor! está provada a ilegalidade. isto é ponto assente. queremos saber quem foi que a cometeu já que dizem que as obras pertenciam ao estado e este somos todos nós. quem são os intermediários portugueses que tomaram a seu cargo o negócio. sabemos que o sr passos coelho autorizou o negócio chave na mão. tudo bem! quem levou a "chave" e a quem eram endossados os cheques da venda da negociata? queremos saber de quem se trata! 85 quadros de miró não são sucata! e mesmo esta já colocou na prisão um empresário e levou a julgamento uma séria de casacas. a sucata era pertença do estado! o senhor xavier da cultura pode estar completamente inocente, pois tem cara de boa gente. eu não me arrependo de pedir a sua prisão preventiva dado que com ela se iria levantar de uma vez por todas tanta poeira que quando esta assentasse iríamos saber o que tinha sido feito de centenas de obras de arte que tiveram sumiço nas nossas barbas. se não fosse levantada a questão miró como haveríamos de vir a saber o que aconteceu a outras obras de arte que estavam bem arrumadas no bpn, banco este que pertence ao estado. (perdão, acho que já foi vendido. porra esta corja vende tudo que é nosso). vamos ter de saber como é óbvio? não? ou foram só os miróses que se encontravam lá encaixotados? deve haver gente que tem o cu bem apertado com medo que algum jornalista se meta a arriscar o emprego colocando a boca no trombone. a banca tem muitos segredos tipo código da vince. sem cumprimento da lei seremos de fato uma república das bananas. que até os galeristas londrinos têm medo de negociar connosco. disseram-me que tiveram tanto medo quanto os alemães que concorreram à adjudicação do aeroporto de macau. os alemães foram presos por corrupção passiva e perderam o dinheiro das luvas. presos na alemanha por tribunais alemães, claro! os ingleses estariam sujeitos a serem presos no reino unido se levassem o negócio avante. daí que o medo da prisão e o descrédito os tenha levado a denunciar a venda. safa!
nb: a polícia judiciária - provando o crime de tráfico de bens culturais - terá de atuar conforme a lei nº.65/2003/23 de agosto. concretamente no capítulo I, secção I, artº. 2 no seu âmbito de aplicação da alínea t). vejamos: caso tenha havido má fé de alguém que enganou o secretário de estado da cultura, este ficará ilibado de qualquer suspeita. porém, quem transportou as obras de arte e as colocou à venda na leiloeira sabia que o não poderia fazer sem autorização ministerial escrita pois o património nacional não é vendável sem aquela. tendo levado as pinturas de miró à socapa evitando o conhecimento público do ato estava-se a infringir a lei. se o transporte fosse transparente e se fossem travados pelas autoridades no aeroporto sem documentos saber-se-ia tal fato. não foi o caso. as pinturas para passarem pelas barreiras alfandegárias teriam de possuir imunidade diplomática. quem a deu? e a que cargas de água seguiram por esta via? via esta secreta para que a polícia ficasse impedida de fiscalizar. depois, porquê londres e não nova iorque? que ligações existem entre os "carregadores-vendedores" com a christie´s para que fosse esta a preferida? a américa costuma pagar melhor! está provada a ilegalidade. isto é ponto assente. queremos saber quem foi que a cometeu já que dizem que as obras pertenciam ao estado e este somos todos nós. quem são os intermediários portugueses que tomaram a seu cargo o negócio. sabemos que o sr passos coelho autorizou o negócio chave na mão. tudo bem! quem levou a "chave" e a quem eram endossados os cheques da venda da negociata? queremos saber de quem se trata! 85 quadros de miró não são sucata! e mesmo esta já colocou na prisão um empresário e levou a julgamento uma séria de casacas. a sucata era pertença do estado! o senhor xavier da cultura pode estar completamente inocente, pois tem cara de boa gente. eu não me arrependo de pedir a sua prisão preventiva dado que com ela se iria levantar de uma vez por todas tanta poeira que quando esta assentasse iríamos saber o que tinha sido feito de centenas de obras de arte que tiveram sumiço nas nossas barbas. se não fosse levantada a questão miró como haveríamos de vir a saber o que aconteceu a outras obras de arte que estavam bem arrumadas no bpn, banco este que pertence ao estado. (perdão, acho que já foi vendido. porra esta corja vende tudo que é nosso). vamos ter de saber como é óbvio? não? ou foram só os miróses que se encontravam lá encaixotados? deve haver gente que tem o cu bem apertado com medo que algum jornalista se meta a arriscar o emprego colocando a boca no trombone. a banca tem muitos segredos tipo código da vince. sem cumprimento da lei seremos de fato uma república das bananas. que até os galeristas londrinos têm medo de negociar connosco. disseram-me que tiveram tanto medo quanto os alemães que concorreram à adjudicação do aeroporto de macau. os alemães foram presos por corrupção passiva e perderam o dinheiro das luvas. presos na alemanha por tribunais alemães, claro! os ingleses estariam sujeitos a serem presos no reino unido se levassem o negócio avante. daí que o medo da prisão e o descrédito os tenha levado a denunciar a venda. safa!
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
oral natural, com ou sem fatura da sorte? e o oral televisivo?
a prostituição está para portugal como mónica - a estagiária - para bill cliton. quero eu com este tipo de pensamento coçar platão quando se dispôs a definir, classificar e dividir ideias. parece-me que esses toques foram discutidos no livro 7 da república. se o não foram, peço desculpa. vejamos: tem dias que um velho como eu tem vontade de agarrar uma boa besuga (besuga na minha terra é fêmea boa). que faço? compro um matutino bem conhecido, procuro a página dos classificados e ponho-me a escolher as michelas (camilo designa assim as queridas putas) que oferecem os seus serviços, designadamente sexo oral. bom, depois segue-se um telefonema para o número indicado a combinar o encontro e etc. e tal que não vou ensinar o padre "vosso" ao vigário das homilias dominicais. para já, as górgones, para pespegarem no anuncio o seu volumoso traseiro - que é o que mais se vê - nas fotos têm de pagar o serviço prestado pelo órgão de comunicação social e este inclui o na fatura o imposto de valor acrescentado. até aqui tudo legal. estão a soprar-me (será o espírito que não é santo?) ao ouvido: afinal não são só os chulos que ganham com as prostitutas. adiante: mal entramos no quarto do serviço sexual somos coagidos a pagar o preço previamente acordado. bolas! e recibo? é que sabe, eu ando a fazer tratamento à próstata e este exercício poderá estar incluído nas despesas de saúde o que me daria um certo jeito. "minino sábi nós cá não temos ainda terminao do multiban". pode ser que da próxima vez tenha mais sorte. bem, até agora quem ganhou com a prestação de serviço foram, a saber: o fotógrafo que as retrata, o jornal que publica o anuncio, o estado que cobra o iva do mesmo. ah, já ia esquecendo a declaração do arrendamento entregue nas finanças também fornece ao estado uma percentagem sobre a renda cobrada. dentro desses apartamentos (antigamente dizia-se que eram casas de passe) há ainda os custos com a água onde a malta lava as miudezas (quando ainda as tem), a luz e se for no inverno o aquecimento eleva o preço da energia. na água e na luz toma que já levas com iva também. também se pode tomar uma bebida enquanto nos aclimatamos com um cigarro para disfarçar algum nervoso miudinho que acompanha geralmente os machos latinos que são os que menos fodem no mundo (falam é muito). cigarro e bebida não pagam iva quando consumidos em casa das perversas? pagam sim! eu não acabaria de escrever hoje este texto se me dispusesse a relatar outras dimensões da venda de corpos com iva que existe por esse mundo fora inclusivamente em portugal. corpo danone, oral natural até ao fim, atrás adoro e mais um ou outro toque da nova estilística literária vai tomando forma. ah, também na net se pode consultar sites com meninas bonitas a oferecerem os seus préstimos. aí também ganham muitos proxenetas-indiretos. todos nós sabemos que a net paga iva, saltemos para a fatura da bica, do queque, do pastel e de outro género distinto mas comum na obrigação de pagamento. uma espécie de formas-essência que comunicam entre si (agora é que platão me esfola). sabemos que a maioria de cafés e pastelarias são explorações pertença de uma pequena burguesia que se arrasta pelo mundo dos negócios com eles (os tomates) bem apertados ou muito juntos. está certo, todos devemos pagar imposto. mas todos! é nesta ordem de ideias que eu vou pedir um recibo por cada chamada telefónica que faça, tal qual como peço por cada café que bebo. mal acabe uma telefonema no meu telemóvel ligo para lá (não sei onde é). passa-me um recibo (único) por cada chamada? nós aqui só passamos o recibo global! ai é! mas nos cafés do meu bairro onde bebo três cafés ao dia o proprietário é obrigado a passar-me três recibos um de cada vez. por que não fazem vocês o mesmo? eu, hoje, por exemplo, fiz quatro chamadas não seguidas. portanto quero o recibo imediatamente para cumprir as orientações do nosso primeiro-ministro. dirija-se, por favor, aos nossos serviços administrativos e lá lhe darão com certeza a resposta adequada. eu penso que tenho direito a recibo por cada serviço prestrado em que se pague iva. e quem não mo passar está à pega com a lei. fatura da sorte é impositória!!! e na banca como se passará o esquema das faturas? está, é a minha gestora de conta? sim! olhe daqui eu, é para lhe pedir que me passe uma fatura por cada serviço que me cobram. como? oh porra, pagam-se retirando da minha conta, por exemplo, 50 euros de mensalidade por uma merda de um computador que comprei, acho que tenho direito a receber a fatura correspondente ao vosso serviço que não é de graça. e para que é que quer o senhor um recibo por cada serviço.? não lhe bastam a correspondência que lhe enviamos mensalmente? não porra, quero um recibo para me habilitar ao topo da gama do carro do mafioso! o senhor é um malcriado! ouça, eu estou a seguir as determinações do nosso governo. vou ver o que posso fazer. ouça, ou me dá recibo a recibo ou eu enfio-lhes com uma providência cautelar pelo cu acima. ouviu? sim, vou transmitir a sua questão ao meu chefe e logo que tenha o assunto resolvido contatá-lo-ei. ok! eh, pá, vou tentar foder o esquema do passos: está lá, é da administração do banco (segredo). sim, quem fala? ouça, estou a falar-lhe anonimamente. é assim, façam favor de pedir por cada selo que compram aos ctt e os enviam aos milhares para os vossos clientes um recibo para se habilitarem aos carros topo de heroína gama. eh pá, boa ideia, com isso ficamos com muito mais probabilidades de ganhar se nos habilitarmos aos prémios que a fatura da sorte sorteia. ó dona maria? sim, meu querido vizinho! é o seguinte, a senhora compra todos os dia 12 carcaças no mesmo padeiro. faça o assim: compre nas sete padarias aqui à volta as 12 carcaças e peça recibo. em vez de fazer as sua compras todas no mesmo estabelecimento divida-as por este e aquele e saque o recibo. já se viu a ir às compras num topo de gama? vá espalhando a notícia , minha querida. bem, não sei se a fatura do pão dá direito a qualquer prémio. paciência, a minha vontade é foder este governo já que ele não faz outra coisa senão saltar para cima dos que menos têm. passos e seus ministros são uns nabos em fazer leis por isso recorrem aos compadres que são peritos em gabinetes privados e que as fornecem muito enfeitadas. os grandes impérios económicos fogem aos impostos auxiliados por técnicos contabilísticos mas acho que desta vez vão entupir os canais da batota ou jogo que se está instalando entre nós. hoje, são os carros topo de gama que foram apreendidos a traficantes e a gente de má nota (ou muito boa má nota). amanhã, estão a oferecer como prémio uma queca numa uma cortesã devedora do fisco e que não teve mais nada a oferecer/a penhorar, para pagar as dívidas, senão o corpo que se encontra ainda no prazo de validade. ai que bom! com gente desta que tira o pão à boca dos mais carenciados, acham que seria impossível que pensassem assim?, tal como eu que tenho baixo estofo moral (desta moral vigente, ressalve-se!). este governo está na onda do jogo e da batota. é raro quando se liga o televisor não assistirmos às meninas-figuras-públicas (espécie da feirante dos tirinhos) a pedir que telefonemos para o 760 mais o raio que as parta e tudo para nos habilitarmos a prémios pecuniários. ó freguês, vai um tirinho? está quase a sair só têm mais 15 segundos, telefone já, olhe que pode perder a ocasião de ganhar. eh pá, é por todo o lado a pedirem que joguemos. agora para fecharmos este coro de desvergonhas está passos e companhia a enviar-nos pedidos para comprarmos com pedido de fatura para ver se temos sorte. meus amigos, são milhões de chamadas com iva com direito a fatura. venha ela ou vou tentar apresentar o pedido de uma providência cautelar. ah, ou queixo-me ao tribunal europeu dos direitos do homem! é assim, subiu-me à cabeça que poderia fazê-lo... outros poderão aceitar o jogo da fatura da sorte mas devem obrigar aos que tudo levam que devolvam o iva que enfiam nos bolsos. é uma questão de fazer contas já dizia o guterres-atrapalhado .
mmb
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
onde há dinheiro há ladrão
.. onde há dinheiro há ladrão, dizia a minha avó; só tens direito na vida a três gargalhadas, usa só as primeiras duas e guarda a terceira para quando estiveres a borrar-te de dor e medo, concluia a velha senhora nessa tarde de chá e bolo de abóbora, altura essa em que fui cravá-la nuns dinheiritos para os cigarros, copitos e gastos numa visita a dona leonor augusta freire, senhora de um negócio oficial de prostituição que se dizia sócia em parceria público privada com madame blanche também industrial do mesmo ramo mas residente no continente. minha avó também me ensinou a cheirar ladrão. não digo como é porque é segredo. esta conversa ficará para mais tarde pois vou ver o programa da teresa guilherme. oh, já acabou! também não faz mal. talvez ainda dê para apanhar a rtp (r)=renovada com muitos filmes de porrada! porrada! porrada! ah, e facadas! ah, e tiros! e ainda culpam o primeiro passos coelho e o seu sec. da cultura de quererem enviar para londres aquele lixo e merdas do miró... pinturas horríveis que até arrepiam o caixa-de-óculos da cultura com aquela cara de acusador de arte decadente. depois do desaparecimento da natália correia mais nenhuma voz credível tomou forma e som para pôr na ordem este escol de escudeiros do deve e haver. há uma coisa que me faz pensar acerca do procedimento policial, pois quando acontece haver suspeita de um crime - o caso das pinturas cheira-me a qualquer coisa pouco correta e ilegal - as autoridades costumam apreender as provas para as levar a tribunal. neste caso nada disso acontece, e já corre uma segunda providência cautelar... os objetos circulam de um lado para o outro mesmo nas barbas das autoridades. sou só eu e uns poucos que vêem isso? será mesmo portugal uma república gerida por leis fundamentasis ou se orienta por leis de bairro? onde uma espécie de capo dita as leis...........
mmb
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
continuação: "mirós" abalam a honorabilidade inglesa e deixam numa franja de nervos os que se sujaram com este negócio
os reputados donos da leiloeira inglesa levaram um pontapé nos testículos e dobraram-se que nem os expulsos por mau comportamento das casas noturnas de má e boa fama de prazeres. gemem (ganem) neste momento que nem cães apanhados nas antigas redes camarárias. eu tenho de parar pois estou a rir que nem um perdido por causa deste final imprevisto do primeiro capítulo desta história de saque à cultura. vejamos se explico a gargalhada: sabe-se agora que "os mirós" não foram roubados mas a sua deslocação a inglaterra à socapa para serem vendidos ao maior lance foi ordenado pelo governo. disse-o sua excelência governativa o atual secretário da cultura perante as luzes das câmaras de televisão que os agora muito despertos jornalistas lhe enfiaram nariz adentro. quer dizer, os patetas dos ingleses (são-no só neste momento do desenrolar do episódio, pois darão a volta dentro de momentos e como de costume agarrarão uma boa fatia do nosso dinheiro) tendo a cobertura oficial do governo português para levar a efeito a realização de um leilão de pinturas de miró (coleção única no mundo) julgaram que a coisa lhes ia render qualquer coisa como 13 milhões de euros. negócio limpo e dentro de todos os conformes legais. julgaram os ingleses que lidavam com gente cuidada e que levava muito a série a questão fundamental que é a confiança nos negócios. estavam os até agora patetas dos ingleses convictos de que um governo democraticamente eleito forneceria a respeitabilidade que convém quando se lida com clientes multimilionários que gostam de investir em segurança. quanto engano! os ingleses fazendo jus ao seu apanágio e marca, a marca inglesa de credibilidade indiscutível sentiam-se fleumaticamente invencíveis. por outro lado, o mediático passos coelho e o seu vice passeando pela europa apresentavam uma ideia de um portugal moderno. mais, sempre que possível lá iam abraçar o chefe máximo durão - outro pavão delirante - o que se traduzia por muitas fotografias e bocas difundidas por esse mundo fora. o cenário externo era incólume e era de pensar ser mais válido que as jóias da coroa da rainha (pode ser a inglesa). quantos mirós ? 80 senhor primeiro-ministro! venda-se! mas senhor... venda-se, já disse. porra, a coisa estava a caminhar sobre carris e em beleza. agora vamos dar um pequeno salto para olharmos o precipício em que se meteu a coligação psd-cds. a oposição ao governo assim que percebeu que apesar de "os mirós" terem saído legalmente do país embora à socapa e em segredo continham matéria explosiva queixa-se diretamente ao ministério público a fim de ser aplicada uma figura jurídica muito usada entre nós (mais do que os preservativos oferecidos à juventude pelos responsáveis educacionais) que dá pelo nome de providência cautelar para impedir a venda daqueles. não serviu de muito dado que quem julgou o pedido achou que apesar de "os mirós" serem pertença do estado não haveria incompatibilidade ao enviá-los a leilão. são feitios, nada a comentar... acontece que este balançar dos quadros pariu uma coisa que nem passos, nem os ingleses e nem os órgãos de soberania envolvidos previram: o descrédito e a condenação pública nacional e internacional a quem à falsa fé e às escondidas envia para vender um tesouro nacional fora do seu país e a quem negoceia a compra . não sei se estão a ver aqueles queridos que na segunda guerra mandavam encaixotar às escondidas obras de arte roubadas para depois as colocarem em lugares onde possivelmente as iriam buscar mais tarde. tudo isto feito em segredo como convém . não é o mesmo caso. este governo não rouba. mas este governa trai. trai a confiança e procede como os ladrões sem o ser. diga-se em abono da verdade: não é a mesma coisa! não são ladrões mas a imagem que passa agora não é nada abonatória. deixemos a questão da nazificação da arte aos tribunais internacionais. voltemos a esta atitude nojenta, traiçoeira e velhaca que caracteriza este governo. com a sacanice dos partidos de esquerda ao apresentar queixa crime os ingleses começaram de início - armados em parvos - a exigir indemnização de 5 milhões de euros pelos custos causados pela despesa em organizar um leilão com tal envergadura e que ficaria sem efeito. só a publicidade gasta neste evento rondou um milhão e meio de euros. vejam só!!! os ingleses fodidos (já digo porquê) a quererem como sempre não perder. mas queridos quem põe os pés numa pocilga suja-se e não são só os porcos que estes já sabemos estão sujos... logo, mal visto um governo que vende e exporta bens patrimoniais comuns nas costas do seu povo, mal vistos também os seus companheiros de negócios. por mais que se sacudam a fim de limpar a má imagem da negociata obscura e suja (foi apresentada queixa aos tribunais pelo ps e parceiros) mais ela - nos tempos mais próximos - os conspurca. e não há indemnização que os compense. esse negócio repugna tanto quanto o que se faz com os diamantes de sangue ou aquele em que somas astronómicas são depositadas em contas bancárias de ditadores e parentes. os ingleses perceberam a delicadeza da questão e por isso estão todos cagados e condenados moralmente. foi tiro de canhão que lhes foi bater à porta... está o governo português a retirar dos vencimentos e das pensões quantias que fazem falta à mesa de milhões de portugueses e ao mesmo tempo anda a vender às escondidas obras de arte para encaixar milhões. eh pá, para onde iria mais este dinheiro? para pagar dívidas? mas elas continuam a aumentar! passos borrou a pintura. vou terminar: tenham cuidado todos os responsáveis pelos museus onde se encontrem obras de arte. ponham-nas a bom recato. olhem o que aconteceu a "os mirós" . as galerias que estejam também atentas. há por aí gente que não se confessa. esquecia de dizer que foram os ingleses que desistiram de vender diamantes de sangue, perdão pinturas de miró aos molhos, e não o governo português.
mmb
nb: disse o pre-culto joe berardo - numa estação de tv - que as 80 obras de arte foram emaladas como sacos de fardo. não foi bem assim, mas parecido. se é assim, essa gente (governo) não tem sensibilidade para as artes e letras. e vejam só que quem o disse foi berardo, um quase intelectual de letras e artes.
nb: disse o pre-culto joe berardo - numa estação de tv - que as 80 obras de arte foram emaladas como sacos de fardo. não foi bem assim, mas parecido. se é assim, essa gente (governo) não tem sensibilidade para as artes e letras. e vejam só que quem o disse foi berardo, um quase intelectual de letras e artes.
o golpe dos "mirós"? mas que grande organização...
qualquer obra de arte (considerada como tal pelas grandes autoridades portuguesas...) está impedida de sair do país sem a devida autorização oficial. se houver ministro da cultura é a este em último caso a entidade permissora. há, portanto, toda uma cadeia (salvo seja) de intermediários oficiais que tem de se pronunciar. no caso atual, para se poupar uns dinheiritos substituiu-se o ministério da cultura por uma secretaria de estado. é o que temos: um secretário, que por acaso desconheço o nome. eu e muita gente. "os mirós" representam uma apreensão de propriedade uma vez que as dívidas (prováveis) dos seus proprietários não tendo sido pagas tiveram esse destino: o destino de todos os caloteiros: penhora! passaram pois "os mirós" das mãos dos seus ex-legítimos donos para os seus novos legítimos proprietários. estes quem são? nada mais nada menos que o estado português e extensões (direções, departamentos, etc). isto é, quando são as obras de arte propriedade de particulares, elas têm de possuir autorização para sair do país. como já pertenciam ao estado, a sua deslocação não poderia nunca ser executada sem que o conselho de ministros o permitisse. eu explico para que não tenham dúvidas sobre a legitimidade cultural do que aqui se vai afirmar. no século passado (1968 ?), quando a giaconda (l da v) foi de passeio a nova iorque para delicia dos seus habitantes o governo francês (aquele quadro fora rapinado aos italianos) deu ordens para que a deslocação fosse efetuada num cruzador cheio de tropa para a guardar de possíveis desvios... "os mirós" que pertenciam ao estado português apareceram em londres ao cuidado de uns comerciantes a quem a malta denomina de leiloeiros. "os mirós" estavam à guarda de entidades oficiais. "os mirós" eram propriedade do estado português. "os mirós" tinham como responsável "um" diretor geral. "os mirós" - pelo seu alto valor - estavam à guarda de uma empresa de segurança. "os mirós" valeriam à volta de 80.000.000 de euros (oitenta milhões de euros). quer dizer, valem tanto que excita a cobiça de muita gente, sobretudo de gente de países que por lidarem com as coisas da cultura com outros modos não perdoam aos parolos a sua ignorância e a sua ganância. sabendo do tesouro, os leiloeiros e seus "friends" cá no burgo acharam por bem que portugal devia vender "os mirós" para seu próprio beneficio - seu dele portugal... amenizava a dívida que o bpn (a quem tinham sido retirados por dívidas fraudulentas) tinha para com o estado. era uma grande ajuda o que se pudesse apurar com a sua venda. uma enorme ajuda para o estado português!!! assim pensaram os ingleses atuais guardas de "os mirós". obrigado, muito obrigado aos ingleses!!! que gente boa!!! como é que "os mirós" saíram de portugal? saíram à noite das instalações onde estavam guardados auxiliados por quem e com que autorização? quem a assinou? não tem nome? o seu transporte teria de ser muito bem realizado pois tratando-se de quadros tinham de ser muito bem condicionados. 80 quadros ocupam muito espaço pois têm de ser encaixotados. a viatura que os transportou teria de ser grande. muito grande mesmo. se passaram pelo aeroporto foram de certo vistoriados pelas autoridades muito atentas às barrigas das mulas e outros seres humanos que tudo fazem para ganhar uns trocos transportando nos intestinos um certo pó que dá pelo nome de pó de anjo. "os mirós" passaram pelo nariz dos "fiscais" sem mais nem menos? que fiscais!!! tal volume não levantaria suspeitas? teriam sido "os mirós" mulas? eh pá, neste mundo tudo é suspeito!!! e em portugal até as ondas do meco estão a braços com... tir (termo de identidade e residência...) se de fato os quadros seguiram o procedimento legal, onde estava a oposição que tudo fiscaliza (mormente os atos do governo) quando aquele acervo mirolante passava de um estádio a outro até cair nas garras dos tratantes finais? ah, e só agora é que põe a boca no trombone desconfiada de golpe!!! qual o papel da oposição quando se delapidam bens nacionais? pelo andar da carruagem das duas uma: ou foi autorizado o seu transporte para inglaterra pelas autoridades portuguesas ou as pinturas foram roubadas. neste caso, não há problema pois há que considerar o seguro. assim, não haveria prejuízo para o estado. quem as roubou? ninguém!!! porque neste caso a pj estaria já em campo. ou não? se não houve participação aquela polícia nada poderia ter feito para prender os transportadores de bens nacionais atuando à socapa. parece que tudo foi feito em segredo para não dar nas vistas senão quando as pinturas estivessem seguras em solo inglês. e, neste caso, não podemos considerar roubo nem aceitar que houvesse alguém responsável que tivesse assinado os papéis. então como sair deste imbróglio? à portuguesa!!! e como é que isso se faz? o governo de portugal ofendido pelo que dele se diz (o pior possível) autoriza a composição de uma comissão de inquérito para averiguar o que "realmente"se passou debaixo do seu nariz e para lavar a cara que diga-se de passagem não só está cagada como exala fedor simiesco . entretanto as pinturas estão neste momento a ser leiloadas e compradas por chineses em substituição dos japoneses que compravam tudo desde picasso a klimt entrando com milhões de milhões. grande negócio para os cofres do estado dirão os entendidos que conspurcam na pia de todos os partidos. uma última palavra para os jornalistas. quando se aventou a hipótese de estarem na iminência de serem vendidas as obras de miró no valor de mercado de 80 milhões de euros e de este dinheiro ir desaparecer na fogueira da suspeição, qual a razão de pararem com as investigações precisamente na altura em que elas são "roubadas" ou oficialmente desviadas do lugar onde se encontravam detidas e à disposição do estado? estranho, muito estranho!!! claro que legalmente haverá quem encontre um buraquinho na lei onde tudo caiba a bem da nação. vão-se foder!!! safa! e dizia a minha avó: onde há dinheiro há ladrão! e eu: querida avozinha, não fui eu! juras? se juro! entonces não... entretanto a comissão de inquérito... porra, com a idade que tenho já fui cremado quando uma mistura de oficial às ordens com escuteiro de passagens de peão aparecer como porta-voz... vai durar tanto tempo - o debate miroquiano - tanto quanto o que até hoje foi "gasto" com as faladuras de camarate.
mmb
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
se houvesse uma revolução... o povo aplaudiria!
(e) se houvesse uma revolução em que aparecesse um "general" chefe da mesma (e) que proibisse os partidos políticos (e) instaurasse uma representatividade popular direta (e) permitisse ao povo recuperar o que lhe roubaram (e) na pior das hipóteses lhes permitisse armar-se.... (e) ... (e)... (e)...
e o quê?
o povo aplaudiria!
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