sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

heloísa apolónia descobre piratas fora dos estabelecimentos prisionais

heloísa apolónio: os senhores são os piratas da política! foi assim que aquela  boca sagrada da assembleia da república chicoteou aqueles que são os detentores do poder em portugal.  como se processou a negociata da tap? pirata: blá, blá, blá! o senhor é um mentiroso!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

a tap e as manobras à la vígaro. fígaro cá, fígaro lá! (1)

este governo já há muito que deixou de surpreender. agora, que bata no fundo da pocilga é que não esperava. "olá, é usted, ó passaroco? sim, o mesmo que quer vender a tap. está interessado? é que se não estiver, eu coloco o anúncio no olx e no custojusto. eh pá!, espera aí enquanto eu vejo o que tenho na carteira. cá está, sim eu compro. mas quem está a falar? ora porra, eu sou o efromovich dos passaportes! ah, sim sim! agora, diz-me como é que vais vender aquela merda sem haver barulho? você julga que eu cheguei onde cheguei se não tivesse aprendido a vender bife de lombo a girafas? todo o mundo come! quer seja pela frente ou por detrás, o que é preciso é escolher o momento zen. zen quê? eh pá, ouve e toma tino. eu vou anunciar a venda da tap a ti e depois reuno o meu staff, que forma um belo conjunto de patetas que andam às apalpadelas. não! não! não apalpam a agricultura apesar de ela possuir uma belas pernocas. oh, que pena! depois eu anuncio o cancelamento da venda. para quê tanto trabalho? ora porra! é uma espécie de vacina, pois quando a venda se realizar o barulho passa para o estádio da luz por causa do cardozo. é canja com estes gregos! gregos? não, é um modo de falar. quando fores interrogado pelos nossos agentes ocs (órgãos de comunicação social) diz o que a malta quer ouvir. depois à segunda é de vez. que rica estratégia! ó vichinho, no princípio não te ponhas a despedir, espera até que eu esteja de férias em algum paraíso  onde haja praia e borracho. entendi! quanto tempo pensas que se  vai passar até eu lhe pôr as unhas em cima? pouco tempo, como já deves ter calculado isto é um país de bananas que só quer viver em trilogia. quê lá isso? fado, futebol e fátima. fôda? não é assim que se pronuncia, embora o prato aí esteja incluído. adeus e boas vendas." a gravação estava péssima, por isso pedimos compreensão. a táctica é sempre a mesma e a estratégia resulta quanto aos fins. como fugir a isso? impossível, faz parte integrante do dote que é ser-se português.
mmb
(1) - queria dizer vígaro.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

as garantias de efromovich serão mais fiáveis do que as garantias dos governos portugueses?



uma dado podemos aceitar como adquirido: uma coisa é este governo e uma corte de barbies de marrafa riscada à clark gable (1), outra é a população portuguesa onde incluo os patarocos a quem foi exigido que reflectissem durante as 24 horas que antecedem qualquer acto eleitoral. quando nos foi oferecida a democracia (não fizemos nada para a merecer) julgávamos que aquelas atitudes de governar contra os desprotegidos despoticamente iria finalmente acabar. o governo do estado novo "imprimia" leis e estas eram impostas a bem ou a mal. o mesmo é dizer-se que as forças repressivas ou da ordem (como queiram) imponham-nas à lei da bala. hoje, felizmente, já não é assim. só usam o cassetete, (por enquanto). com raras excepções quem salta para o poder volta-se sempre contra quem o elegeu. isto que aqui se afirma não merece refutação, pois faz parte do nosso viver. fica tão bonito ver-se os governanates rodeados de dezenas de guarda-costas que servem para os defender contra a violência daqueles que os querem lixar e que são os portugueses defraudados. esta situação tem uma base que assenta na falta de palavra dos políticos. isso era o menos não fossem eles arrastar o estado para a mesma pocilga. quem é que hoje se atreve a considerar o estado português uma pessoa de palavra? ninguém, a não os políticos que o parasitam e os trouxas. garantiram-nos que nas auto-estradas não pagaríamos portagens. pois era falso. o estado falhou e deixou de ser digno de crédito. mal as scuts (sem custos de utilização dos utentes) apresentaram um rico meio de sacar dinheiro  começaram a atacar na estrada como as senhoras profissionais do sexo (que eu respeito muitíssimo mais do que qualquer político). o povo revolta-se, mas nada consegue. compromissos do estado para com aqueles que trabalharam e que recebem pensões (estão velhos. até para mijarem ou praticarem  outro ritual fisiológico precisam de ajuda) são letra morta. mexem nas pensões como quem manipula o pénis antes de o pôr do lado de fora para os diversos usos a que nos habituou ou  se fica como um mortinho tipo algália ou pêndulo descrito por aquele senhor que escreve muito bem. nada é sagrado para a corja camiliana. há falta de verba? ataque-se a plebe com impostos. ter casa e viatura foi considerado uma vida sumptuosa. vivêmos acima das nossas possibilidades. ora porra, então para que entrámos de cabeça nesta merda de democracia saindo de uma autocracia que se alegrava imenso com a nossa pobreza? foi para  fingir que nos iam permitir ter habitação própria e podermos ir até à prais de pópó que virámos humanistas de pé de couve? pintaram uma constituição como quem assenta o cu num bidé para a estar a violá-la sempre que uma certa camarilha assim o entenda. o que lá está escrito parece o código da vinci. ah, mas há quem ainda o interprete! (risos). vou resumir. o estado português não tem palavra e para a manter tem de pedir a estrangeiros que sejam seus fiadores. é mentira? sem fiadores estrangeiros portugal não levanta uma serrilha de qualquer banco. portugal perdeu o crédito. e para que lhe sejam concedidos créditos para sobreviver sem uma guerra civil o país é hoje uma mula freiada que obedece ao chega asno dos troikanistas. quer dizer, o nosso país com 869 anos só por si não oferece garantias. mas, isso é que é obra. isto é, vai vender a tap (sim, a histórica tap) mas só o fará se o comprador oferecer garantias. só se assim for é que a venda se realizará. ó tridente poisedoniano salta para as minhas mãos para  enfiar pelo cu desta corja que nos vai levar à vergonha e à miséria! nem que gritem por ter hemorróidas lhes poupo o esfíngter. nós vendemos - dizem estes moluscos tinturettianos - mas o senhor efromovich tem de garantir que não vai despedir a tripulação e o restante pessoal. claro - diz o latino tripátrida - nunca faria uma tal coisa. eu só gosto dos trabalhadores. sou eu e o sr dr. relvas, podem crer. curvando-se até à altura de um bico em clinton, os moluscos agradecem de novo e retornam: senhor efromovich, o senhor não vai vender a tap a cartéis colombianos se com isso ganhar muitos milhões? nada disso, eu até nem fumo. e beber? - questionam os negociadores que estão jantando às custas de cartões dourados achados nos corredores da eva dois (2). muito pouco. não pensem que sou como o cavallière. bem, o senhor merece toda a nossa confiança. só queremos que trate bem a nossa querida tap (soluçam copiosamente com a boca cheia). efromovich também tem uma lágrima no canto do olho. eis que amália via cd surge dos céus: "os olhos ceguinhos de choro". vamos certamente  acabar em  tribunais populares... não há problema, isto é, se não é desejo é mentira.
(1) - não conseguindo uma foto do clark enfiei uma que trago sempre à mão. eu gosto tanto!
(2) - há uns bos anos atrás, vivendo no paraíso que o estado novo nos proporcionou, dei uma saltada ao bairro alto. o eva dois era uma casa de passe muito bem frequentada. isto é, bem frequentada de belas e prestimosas mulheres.
mmb

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

reconquista capitalista - a nova fase histórica portuguesa


quando passos coelho aparecia na pantalha eu automaticamente mudava de canal. a razão era simples: pessoalmente não suporto a ideia de ter como primeiro-ministro do meu país uma pessoa a quem não se pode fiar um sabonete azul e branco e cuja palavra não vale uma serrilha. mentiu e anda  permanentemente em tourné (reconquista capitalista) a tentar vender uma ideia para portugal baseada numa falácia de afirmação de procura de uma sociedade mais justa. o tipo usa uma táctica  de chico esperto que é apenas aceite pela camarilha que o suporta e pelos tolos dos portugueses (há excepções. eu - por acaso - sou uma delas) que ainda estão dispostos a votar nele como indicam as últimas sondagens. vamos à táctica. esta consta de dar dois tiros. um é de pólvora seca e o outro é a matar. "é verdade que o senhor passos vai-nos roubar os subsídios?" responde o então candidato: "isso nunca!". tem sido assim sucessivamente. vamos recuperar a estabilidade a partir de 2012. tiro de pólvora seca. duas semanas depois mete a mão nos nossos bolsos inventando todo o tipo de imposto; é tiro a matar. o último tiro de pólvora seca teve lugar ontem. constou de acusar de  quase trapaceiros todos aqueles que recebem reformas exorbitantes não tendo descontado durante toda a vida senão duas serrilhas de bicabornato e uns pentelhos da cor do senhor catroga. explico: há gente a receber 9.000 euros todos os meses numa base pouco digna, isto é, descontaram só 20 e tal euros e recebem em troca uma fortuna mensalmente. vão ter - segundo passos coelho - de deixar de receber e terão de devolver aquele dinheirão a que não têm direito, pois trata-se de uma pouca vergonha e roubo público. e blá, blá, blá. isto é mais um tiro de pólvora seca. vamos ao que segue que é o tiro que mata. transparece nesta acusação aos poderosos uma ponte psicológica (falsa) para a satisfação dos pobres e mal pagos. ficam os desgraçados tão contentes, pois este putativo castigo vai precisamente punir aqueles que eles invejam por uma questão de ódio de classe (presentemente ressuscitado). claro que isto é mais uma mentira de passos coelho, e isto porque tão depressa ele possa vai é  reduzir as pensões da antiga classe média ao mínimo. estão na forja contas retroactivas baseadas precisamente no facto de que o que auferem actualmente não corresponde ao que descontaram. dizer claro: vai continuar a tirar dinheiro a todos os que recebem de pensão quantias que vão  de 1.000 euros a 4.000 mensais e que não descontaram o que era devido, segundo ele, está claro. é mais uma afronta. claro que ele não pode mexer nas reformas milionárias porque estas estão salvaguardadas por legislação específica. olhemos o facto de que certas categorias de pensões privilegiadas continuarem a receber os subsídios de férias e de natal enquanto que a plebe se viu espoliada de um direito contemplado na constituição. a mesma que não  é respeitada pela corja. grandes sacanas! espertos! são-no sim senhor! a mim, ó deuses, um facalhão para capar porcos que em troca acender-vos-ei trezentas velas na ara da justiça de que sois afectos.
mmb

há gente que tem reformas escabrosas e que não trabalhou por tal


caneladas do primeiro-ministro? olhe como lhe respondo


sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

entrevista

paulo rehouve:
pós-ateu, será que disse bem?
manuelmelobento:
sempre tive dificuldade em acreditar em divindades. é facto que durante muito tempo, pela educação que recebi, dirigi o meu pensamento para esse altíssimo reconfortante. depois, uma pessoa cresce, reflecte e opta. cheguei à conclusão que ser ateu era fazer o jogo religioso ao contrário; era cair num discurso que se escondia em substituições. como seres programados não estamos capacitados para perceber o universo nem os contornos que envolvem seu começo se até isso se pode assim tratar. o que temos pela frente é a observação humana caracterizada pela aceitação do mito por um lado e pela  actividade humana do outro que dá pelo nome de ciência. portanto, estar  numa ou noutra  posição é muito cómodo. eu prefiro catalogar essa atitude para me conhecer melhor, isto é, ver de longe sem afectação.
pr:
complexo de superioridade?
mmb:
não me incomoda!
pr:
a filosofia ensinou-lhe alguma coisa estranha?
mmb:
algumas mensagens organizaram o meu pensamento. deram-me mais elasticidade para olhar o envolvente. conduziram o meu pensamento reflexivo até certo ponto. depois, libertei-me de alguma lógica perigosa que por ser armadilhosa não tem refutação aparente, isto se jogarmos pelas suas regras.
pr:
como se pode fugir à lógica "perigosa"?
mmb:
pela sensibilidade. já reparou, por exemplo,  como a racionalização de um ponto  intermédio num espaço  euclidiano entre dois pontos nunca se pode atingir, visto que para uma pessoa se deslocar do ponto a para o ponto b terá de passar por c que fica no meio. depois terá de passar pelo ponto que divide os dois e assim indefinidamente. este exemplo "corriqueiro" serve para apelar a uma solução sensível para um problema insolúvel do inteligível. isto é, se  lhe atirar uma pedra - estando eu no ponto a - na direcção da sua  cabeça que está no ponto b, não acha que pode ir parar ao hospital se eu lhe acertar?
pr:
o seu mundo é resolvido pela sensibilidade?
mmb:
deixo ao meu cérebro a resolução de tudo. desde os erros que a sensibilidade me fornece até à racionalidade impante de certezas.
pr:
quer dizer que o seu cérebro é tudo. o pior será se avariar.
mmb:
se  não tiver conserto que hei-de fazer? (risos )
pr:
o ensino actual merece algum comentário?
mmb:
está na mão de criminosos. isso levaria a uma longa conversa que não caberia nesta entrevista. porém, posso dizer que a educação é uma preparação que começa logo nos primeiros momentos do nascimento. uma criança mal tratada não estará , de futuro, apta a aprender nas melhores condições. assim como mal nutrida também. o período de aprendizagem com outros que não os pais deve começar a partir dos 3 anos. como se pode criar o conceito de cidadão se a maioria das crianças chega à escola depois de um longo calvário de rua e/ou sofrimento às mãos de amas que as maltratam muitas vezes por ignorância? estão marcadas e distinguem-se negativamente na prossecução da aprendizagem. a maioria dos professores preocupa-se muito pela classificação e selecção tendo em conta os conteúdos dos programas, esquecendo que a massa humana que têm entre mãos já se encontra muito limitada e imprópria para o consumo de algumas matérias.
pr:
há milhares de jovens diplomados, isso não significa sucesso?
mmb:
a maioria dos diplomados  formou-se por modas. valem o que valem mas num outro mundo. temos elites entre nós, sim, mas isso é apanágio da burguesia que prepara os filhos o melhor que pode. veja-se onde páram os cérebros que foram produzidos pelo nosso ensino superior? uma limitada fila está colocada pela "família" a que pertence nos lugares de estadão. quanto aos outros (fila quase infinita), bem, estão no desemprego ou têm de emigrar. mas, pergunto, que lugares ocuparão sociólogos, psicólogos, teólogos e outros que tais quando emigram?
pr:
a  política preencheu-o?
mmb:
nunca fui homem para me dedicar a uma actividade a cem por cento, excepção feita a partir da minha profissionalização como professor. a actuação política devia competir a todos sem excepção. só assim se evitaria que o estado fosse tomado e dominado por pessoas pouco dignas. as castas existem e é muito difícil governar contra elas sem o apoio político da população. a ignorância generalizada do povo impede que o estado funcione exclusivamente para o seu serviço.
pr:
o que pensa da europa dos 27?
mmb:
é uma cobra com muitos anéis  em agonia. prevejo a constituição de uma liga de futuros estados católicos  unidos do sul da europa e que integrarão portugal, espanha, itália, grécia e a frança que acaberá por fazer parte desta liga. a cultura latina tem tendência a aglutinar-se separadamente das outras. olhe-se o novo mundo e veja-se como ela se formata. isto para não se falar da clarividente cultura greco-latina mesmo à nossa porta.
pr:
que apreciação faz da política portuguesa chefiada pela coligação psd/cds?
mmb:
neste momento está claro o que pretende o governo chefiado por passos coelho. impôs ao povo o modelo de economia de mercado que gere a europa e a américa em troca do estado social com raízes socialistas que foi sufragado popularmente e que se encontra na nossa lei fundamental. nada teria a criticar não fora o facto de ter traído o eleitorado com promessas falsas e contrárias. se o povo tivesse escolhido este caminho, não falaria senão contra o povo. este foi enganado e continuará a sê-lo porque a nossa sociedade caiu numa armadilha e quanto mais se mexer mais presa ficará. neste momento não há volta a dar. as manifestações não surtiram o efeito desejado que era fazer com que o executivo recuasse até às tábuas. a manter-se o rumo desta política, os investidores  irão surgir em força pois os seus investimentos permitir-lhes-ão os lucros por que esperam. repare-se no descaramento de passos coelho quando anunciou a nova tabela indemnizatória para os despedimentos. os trabalhadores só terão direito a 12 dias por ano ao serem despedidos. disse ele que foi acordado. com quem? com os estrangeiros. e nós por cá? todos bem, graças a deus e a dom policarpo e a esperar que catalina  vá buscar ao saco das perversões alguns casos que ela  - coitadinha - desconhecia   e que servirão para entreter o pagode sequioso de sangue e circo.
pr:
acha que o partido socialista vai deixar que portugal tome este rumo?
mmb:
ora essa, foi o partido socialista quem deu início a esta viagem construindo a antecâmara para onde fomos empurrados. o partido socialista arrepiou caminho (1975) quando se apercebeu que o mundo socialista se desmorona com qualquer pé de vento se não tiver forças de repressão a actuar a seu favor. aliás, para sobreviver na cola dos dinheiros do estado, o ps terá de apoiar no terreno a política do psd, enquanto no palco de todas as vigarices acusa o governo de estar a trair o povo. é a prática e esta é a traição por valores de pouca vergonha.
pr:
será que o presidente não tem uma palavra a dizer?
mmb:
cavaco é  um presidente a termo certo (e ainda bem). hoje dirigiu mais a senhora dona maria uma mensagem de boas festas ao patético povo português. disse ele que neste tempo de sacrifício de todos. interrompo aqui para dizer que este senhor está a gozar pelo menos comigo. nem todos estão a fazer sacrifícios meu cara. só se ele acha que um tipo que ganha 12.000 euros mensais se sacrifica se passar a auferir 9.000. sacrifício é quando não houver pão para alimentar os filhos por se ter sido despedido. passar necessidades  - fome incluída - e ver no futuro uma desgraça, isso sim dá vontade de chorar. isso sim é que é sacrifício. deviam ser proibidas as mensagens de boas festas e de fim de ano. calem a boca!
pr:
já o chamaram de escritor e artista plástico. ainda se sente como tal?
mmb:
aprendi a escrever e a pintar na escola. agora se sou escritor ou pintor, isso é coisa que eu tenho de respoder a mim e não a outros. não lhes dou confiança para perceberem que a minha realização passa por ser liberta e não mercenária. ser-se livre paga-se um preço muito caro, mas sabe tão bem. é como desejar uma bela, intocável e impossível mulher e ela cair-nos nos braços enquanto (uma pessoa fica espantada e entesoada) - se despe na nossa cama. a gente a comê-la e o pagode cheio de inveja a dizer-nos que não temos beiços para ela.
pr:
hoje, não praguejou?
mmb:
porra, esqueci-me!