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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

bombeiros? ah, só mais para o verão é que são considerados um exército de salvação nacional


vamos com calma, que este país ainda é do tipo américa latina (segunda metade do século XX) mas muito disfarçado. porque é que um palerma e idoso como eu faz este tipo de afirmação sabendo-se que portugal é uma democracia ainda sobrevivente na união europeia? para já, entre palerma e idoso, só sou idoso. palermas são todos aqueles que pensam que portugal mudou muito depois do 25 de abril. mudou, uma porra! lá por cada pelintra da nação ter carro e casa a prestações e um ordenado mínimo isso significa o quê? que os pobres se multiplicam como ovas de salmão para que os que substituíram as 60 famílias que antes nos governavam possam viver como nababos. milagre económico? não, foi-nos concedido crédito. e depois? depois, foi o que se viu. mas não quero ir por aí, mas escrever alguma coisa sobre os bombeiros. sou suspeito? sim, meu pai esteve no comando dos bombeiros de ponta delgada e sabemos o que isso representou lá em casa no tempo em que serviu naquela instituição como voluntário. nada que se compare com o que hoje se passa em portugal do continente e da ilha da madeira onde tudo arde ou está em vésperas de arder. bom, comecemos: como é que o país político olha os bombeiros? forças de segurança para esta espécie humana que se infiltrou nos corredores do poder, forças de segurança  e serviços de segurança interna  de portugal são as seguintes: guardas prisionais, gnr e setores, polícia marítima, polícia municipal, polícia de segurança pública. temos ainda a asae, a polícia judiciária, serviços de estrangeiro e fronteiras, serviços de informação de segurança e naturalmente coisas organizativas secretas cuja informação "não é para cada um". os bombeiros ficam de fora desta lista? os bombeiros são ou não forças de segurança? não, não são! forças de segurança só servem para prender, multar, invadir casas de terroristas sem esperar pelo nascer do sol como mandava a pide, perseguir e punir os desobedientes, etc. quer dizer são forças que servem para meter tudo na ordem. porém, quando o país começa a arder, não servem para nada. ah, por vezes prendem os que botam fogo e constroem frentes ativas de fogo por tudo que é erva seca. quando acontece, por exemplo, "efeito de chaminé" que rapidamente destrói habitações da nossa gente não se vê senão bombeiros e o povo a gritar pelos seus animais e casitas. e quantos polícias de segurança pública existem cá por casa? olha meu palerma, o número anda à volta de uns 47.000. e militares? olha, meu tonto, em 2010 havia 50.000. destes 7.500 eram fêmeas.  hoje, 800 andam por esse mundo de cristo a fazerem fretes à onu. eh pá, tanto psp e militares são exércitos? ora porra, tás burro ou quê! entoces não são! e os bombeiros? aqui é que a coisa fia mais fino. para mim, que também sou português, os bombeiros nacionais são uma força de segurança que está vocacionada para ajudar o povo ao contrário das outras forças cujas atividades não estão para aqui viradas. os bombeiros são a quem recorremos quando estamos aflitos. a psp faz o mesmo! sim, também. só que parte dela é que está para aí vocacionada... em que ficamos que é para acabar esta merda de texto? toma nota, estúpido: os bombeiros em portugal representam um exército com 42.592 elemento destes só uma parte  são profissionais. quantos são estes? qualquer coisa como 6.363 (informação. net). pois é, tudo que é para defender, proteger, ajudar diretamente as populações sai muito caro e não convém ao estado (à corja que o sustém) transformar as corporações de bombeiros numa organização inclusa numa força de segurança interna de portugal. percebes, agora porque é que portugal é ainda uma democracia do tipo américa latina? continuo sem perceber. oh, minha besta! toma nota: estamos perante um estado opressor que do povo quer tudo (os impostos são prova disso) e para tal organiza-se em forças de repressão. não é um estado preventivo porque isso significaria a inutilidade de certos políticos que quando há alguma catástrofe apresentam-se como salvadores da pátria e botam faladura. a coisa está muito bem feita. para quem? para eles, claro! e quando morrem bombeiros a tentar salvar a vida e os haveres das pessoas? os da boa faladura condecoram-nos e tornam-se muito mais ilegíveis. o povo não vê isso? ó palerma, este povo é latino-europeu.
varett

domingo, 7 de agosto de 2016

assunção cristas chefia a oposição enquanto passos coelho vai morrendo lentamente nas mãos dos órgãos de comunicação social


para quem percebe pouco de política (podia melhorar se eu estudasse mais) acho que a oposição, neste momento de indefinição económica e ética pública, está a ser conduzida por assunção cristas. não que passos coelho não se esforce para ser o chefe da oposição, porém, acontece que é assunção aquela quem oferece mais colorido na intervenção política. a morte política  muito lenta mas efetiva de passos coelho estima-se pelo pouco valor que os jornalistas imprimem e  veiculam as suas intervenções. a acrescentar a este fato está patente o desinteresse pelas últimas intervenções com que a população o presenteia. já o mesmo não acontece com assunção. a malta quer ouvi-la. e ela já não é nenhuma novidade, pois já chefiou ministérios de onde saiu airosamente. assunção cristas é, nesta época  -  toldada por um certo apodrecimento da dignidade com que os assuntos de estado são tratados -  uma cara lavada e muito mediática. não se trata de um feminismo que se quer impor num mundo machista como o nosso, mas sim de um tomar o poder pela via de uma intervenção política consistente e credível. a verdade tem de se dizer a respeito de cristas: a esperança da direita subir nas sondagens vai cair-lhe no regaço. dizer que atitudes como as que se observaram com as benesses galp não passam de um escândalo e que portugal é, hoje, uma república das bananas, não deixa de ser uma interpretação que o povo português gosta de ouvir da boca de uma alta personalidade do atual regime contra quem ocupa a cadeira do poder de um modo pouco transparente.
varett. 

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

jornalista ana lourenço no pódio. assunto: galpistas 1


ana lourenço, com aquele ar de testemunha sofrida pelo  crime político no bíblico gólgota, é daquelas jornalistas muito preparada e de fino trato, coisa que vai rareando nos dias de hoje. creio que se alguém ousasse cantar uma ária, por exemplo, como ella fitzgerald - mítica cantora de jazz -  e produzisse qualquer coisa com  mais de cem decibéis  que ana se quebraria qual taça de fino cristal. sem interromper os seus convidados, fá-los falar e discernir como melhor podem. hoje, por volta das 22 horas e mais qualquer coisa, começou com o prof. freitas do amaral. o professor, homem de grande cultura política, parecia um examinando perante o terrível chumbador de letras borges de macedo. o assunto galpistas faz fazer falar falar falar e nada dizer de concreto. fiquei na mesma e não percebi  até onde queria chegar freitas do amaral. como ana lourenço ia aparecer de novo na pantalha, lá me deixei ficar com o boneco na mesma estação televisiva, isto é, rtp informação-3 (que ultimamente tem subido uns pontos). fiquei de novo satisfeito com o que ouvi da boca dos seus dois convidados. um era professor (de quê? não ouvi) e o outro um ex-ministro. o professor disse claramente - e isto acerca do tema quente e ultimamente sempre presente: galpistas - que todos se viraram contra os secretários de estado beneficiados-galp e esqueceram-se de acusar a galp como tendo cometido algo que o código penal pune com multa e/ou prisão. o homem parece ser dos tesos. quanto ao ex-ministro, vale dizer que ele sobre o  mesmo tema disse algo que se enquadra  nos bons costumes da política lusitana: receber presentes. até ao ponto de uma vez consigo  - para não ser indelicado com os dadores - deixou que a bagageira do seu carro ficasse cheia de chouriços e outras coisas que não percebi bem o que eram. quem ofereceu a chouriçada não ia aceitar desfeita do senhor ministro. lá foi para casa o ministro com o carro a abarrotar (exagero meu) de mercearias que dariam para uma casa de família remediada durante uns tempos (exagero meu).  este assunto, como eu  atrás (sem modéstia alguma) vaticinei, vai fazer tantos estragos que vai parecer o vulcão dos capelinhas e a respetiva leva emigratória para o states. com certeza que a galp terá de ir a tribunal assim como outras empresas que por baixo da mesa têm distribuído farinha, leite, salsa, banha de porco, azeite, dormidas, etc., a políticos. não haverá neste país um magistrado que - perante as centenas  e sistemáticas  denúncias  surgidas nos ocs - os tenha no seu lugar e faça o que tem a fazer. isto é, polícia à porta e para dentro com eles   da viatura da judiciária que nesses casos corre a toda a brida para fugir aos flashes dos repórteres antecipadamente avisados? 
varett

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

regra número o um do código de conduta dos políticos




alínea a)
 -  o máximo que qualquer detentor de cargo político poderá de futuro aceitar de presente de empresas privadas entaladas e atafulhadas em dívidas ao estado  é uma galinha com apenas cinco pintainhos. modelo salazar. isto é, galinha do campo criadas nos jardins de são bento pela mão de dona maria, suposta governanta do velho político. 

terça-feira, 2 de agosto de 2016

na américa as campanhas eleitorais são diferentes. e se as copiássemos?

e se no final dos mandatos de marcelo rebelo de sousa o víssemos abraçado, por exemplo, à candidata dos social-democratas? vamos estar atentos e ver quem é que ele começa a abraçar muitas vezes. pode ser um sinal de grandes afetos. 

sábado, 30 de julho de 2016

as novas vitórias do bloco e do partido comunista


quem estivesse atento ultimamente teria verificado que os dois únicos partidos de esquerda com assento no parlamento português conseguiram pôr a brigar entre si os responsáveis pelo estado a que o país ficou. aproveitando a ausência de ação policial na caixa geral dos depósitos, onde a suspeição de uma longa má gestão está praticamente na ordem do dia, a nova esquerda unida chama às comissões parlamentares responsáveis e ex-responsáveis políticos diretamente ligados a negócios que descapitalizaram aquele banco julgado até há uns meses atrás o banco público (o banco do estado). ficámos a saber que o senhor mário centeno, ministro das finanças, também tinha servido aquela antiga entidade bancária como alto quadro. quem obrigou o ministro a contar "coisas da sua vida"? nem mais nem menos o comissário do psd de serviço na comissão parlamentar. obviamente ajudado que foi pelo companheiro do cds. e quanto à esquerda "verdadeira"? pôs-se de lado a gozar o pratinho. grande feito? sim, visto que quem esteve durante estes últimos 40 anos a "governar" a caixa e a deixá-la falida foram os membros dos três partidos, os chamados partidos do arco da governação que agora se engalfinham numa luta de comadres: cds, psd e ps, que estão à bulha e a lavar a roupa suja e a permitir que mais cedo ou mais tarde a procuradoria da república se obrigue a abrir um inquérito a certas atividades. uma dessas atividades   fez, por exemplo, com que a caixa ardesse com cerca de dois mil milhões de euros. pasme-se com o que está a acontecer: tem dois dias para aí, quando um comentador convidado de uma das nossas estações televisivas se admirava de ainda não haver ninguém preso por causa do que sucedeu com a venda "esquisita" da carteira de seguros que eram detidos pela caixa. quis dizer que  a caixa cedeu os bons negócios a "alguém" e entalou-se  com os produtos tóxicos. a ida do sr. centeno às instalações daquele banco não passou de um tiro no pé. levanta sérias dúvidas. eu penso que gente séria,  para não se sujar, não estará disposta a aceitar administrar uma empresa que estará em breve na mira do ministério público. as acusações já foram feitas e difundidas na comunicação social. julgo que nos próximos tempos vamos assistir a uma nova telenovela judicial de proporções piramidais. que me perdoem os faraós. 
varett

sábado, 23 de julho de 2016

depois de ontem, em munique, como devemos agir? europeus: toca a vestir coletes à prova de bala!


não estou a brincar!  cada português deve poupar o suficiente para poder comprar um colete à prova de bala. refiro-me aos pobretanas, já que os que se encheram com esta democracia esquisita (a da turquia é  pior) nunca são apanhados pelos estilhaços das bombas artesanais ou balas dos vingadores árabes, visto frequentarem   zonas privadas bastante mais seguras do que os centros comerciais onde se amotina a plebe. já o disse e volto a repetir, enquanto os chefes políticos ocidentais,  que cometeram crimes contra a humanidade, não forem levados a julgamento nunca mais poderemos sair à rua com a certeza absoluta de não levarmos com bala ou estilhaço. portugal está em estado de guerra desde a invasão do iraque? sim, alinhou num ato de guerra, pois quem representava o país como chefe do executivo colocou-nos como aliado a forças militares que invadiram  um estado   com assento na organização das nações unidas. até o "nosso" presidente da república da altura olhou para o lado e pôs-se a falar francês. ontem, em munique, para mim, tratou-se um ato criminoso de guerra. primeiro: quem fez os disparos contra os seus habitantes é de origem iraniana. por acaso, são sempre oriundos  de países árabes quem ataca ocidentais. naturalmente (e isto sou eu a pensar) são atos que se equiparam ao modo como as tropas invasoras do ocidente procedem quando entram nas casas de famílias islamitas. já se viu na internet soldados "aliados" a assassinarem chefes de família em frente a filhos e mulher. existem programas televisivos que passam a altas horas e que mostram barbaridades que nem ao diabo lhe passava pela cabeça organizar. a última reportagem difundida por assange ( preso na embaixada da colúmbia em londres e fugido à  justiça dos aliados por denunciar atrocidades à la ocidente) mostra soldados ingleses e americanos a fazerem fogo contra civis árabes que passeavam numa rua. mataram-os a todos! isso faz-se, sacanas? e agora? agora é o povo quem paga a fatura porque é difícil aos vingadores orientais chegar aos responsáveis. estão bem guardados e a despesa com a sua segurança é paga com os impostos do poveco. quem diria que somos tão estupidamente manipulados! sim, estamos em plena guerra apesar dos desmentidos das autoridades que nos querem levar a pensar tratar-se de atos isolados que não têm ligação com estados nómadas (uma invenção árabe. mais uma). o estado novo também não dialogava com terroristas. o que resultou da falta de visão política dos salazaristas? portugal (um milhão de portugueses) foi expulso das áfricas com uma mão atrás e outra à frente e com uma carteira de mortos que rondou os 10 mil. neste momento, aqueles a quem chamamos terroristas têm atrás de si um exército religioso e fanático que se mantém em silêncio onde a vingança é palavra de ordem. estamos a falar de 900 milhões de árabes. ou talvez mais, segundo a comunicação social. alguém é tão ingénuo que em sendo cristão vá estar do lado dos islamitas numa guerra, qualquer que ela seja? coloquemos a questão ao contrário: alguém é tão ingénuo que em sendo islamita vá estar do lado dos cristãos numa guerra, qualquer que ela seja? e se pensarmos também assim: alguém que seja judeu ficará do lado dos palestinianos numa guerra, qualquer que ela seja? e entre judeus e árabes... e assim por diante. estamos, perdão, meteram-nos numa guerra que mistura religião e dólares. vai acabar? nada feito sem diálogo e com um compromisso de honra entre a verdadeira justiça ocidental e o corão. segundo: então, senhor jeremy corbyn, quando apresenta queixa contra o genocida tony blair? o senhor antes de liderar o labour apregoou-o como sendo da lavra da sua justiça. ah, era para inglês ver!
varett
(m.bento)