sábado, 5 de março de 2016
um grande senhor dos açores
continua criativo e em grande forma. VICTOR DE LIMA MEIRELLES, um grande senhor dos açores, sempre envolvido em atos culturais. ponta delgada agradece!
os novos milionários usufruem velhas mordomias. são políticos, claro está!
varett
(!) - não gosto de chamar preto ou negro a ninguém. para mim di-áfrica quer dizer todos os que têm origem em áfrica. para os europeus chamá-los-ei de os di-europa. aos asiáticos, os di-ásia, etc. é que raça humana só há uma. isso de raça preta não existe seus estúpidos e antropologicamente ignorantes.
(!) - não gosto de chamar preto ou negro a ninguém. para mim di-áfrica quer dizer todos os que têm origem em áfrica. para os europeus chamá-los-ei de os di-europa. aos asiáticos, os di-ásia, etc. é que raça humana só há uma. isso de raça preta não existe seus estúpidos e antropologicamente ignorantes.
quinta-feira, 3 de março de 2016
nós por cá não discutimos ponta de um corno que nos chateie. (a)mandamos logo para o ministério público para calar a coisa. no caso a eutanásia
havia já saído na press, de há uma ou duas semanas atrás, notícias veiculadas por médicos acerca da morte assistida em hospitais portugueses. aconteceu que ninguém ameaçou ninguém com queixinhas ao ministério público. tratava-se de declarações elaboradas pelos senhores poderosos das instituições de saúde. toda a gente tem medo deles porque pensa duas vezes em"ofendê-los" não os vão encontrar de faca na mão tendo em vista a nossa barriga. de repente, a bastonária dos enfermeiros dá uma entrevista e repete com alguma subtileza algo sobre a eutanásia e põe à mistura e ao embrulho médicos. antes de começar devo declarar que com a exceção dos poucos médicos de que sou amigo e os de parentesco, acho que esta classe não passa de uma cambada de comerciantes do mercado ou feirantes da praça das doenças. ah, realço os que fazem da profissão um mester como qualquer professoreco a quem só interessa melhorar os circuitos eletromagnéticos do córtex cerebral, sobretudo do hemisfério esquerdo! o que ela foi fazer! saltaram logo, para o cenário onde pontificam os caninos de fila, os profissionais da honorabilidade. pois que sentindo-se ofendidos e afetados na sua integridade (comercial) justificavam o apelo para a intervenção dos magistrados do ministério público. claro que uma vez nas mãos dos magistrados a coisa passa a segredo de não sei quê e pronto; pedra sobre o assunto, que a malta tem mais que fazer e dinheiro a esfolar. a última greve dos médicos foi de gritos. queriam melhores condições para os doentinhos. lá no fim das suas reivindicações filantrópicas e em letras para cegos lá vinham os tais aumentos e regalias de classe que exigiam. é sempre a mesma coisa. acontece que por detrás desta farsa de lavagem de imagem impoluta que querem fazer passar existe uma luta nos hospitais e centros de decisão de skills com a finalidade de critérios de distribuição de tarefas as quais os enfermeiros se acham capacitados. os médicos não aceitam que tal aconteça pois é deles a velha e atual sabedoria. é bom que se diga que os médicos do século XII não passavam de barbeiros habilitados para cortar algumas peças de carne de desgraçados. nesse século e na mesopotâmia (hoje iraque) havia uma universidade onde quem quisesse exercer a atividade poderia ouvir a palavra e observar a experiência dos velhos sábios orientais. mas isso era longe para raio. de barbeiros a médicos atuais vai todo um montão de ciência que lhes foi posto nas mãos. ainda bem, só que neste momento, o curso de enfermagem é ministrado em universidades. assim como os barbeiros se alcandoraram a médicos, assim as antigas ajudantes de segura-seringa passaram a diplomadas (licenciaturas, mestrados e doutoramentos-mal pagos para o grau de responsabilidade que lhes cabe) em enfermagem, cujo curriculum de cadeiras que enformam os seus cursos colocam os seus profissionais ao mais alto nível nas suas respetivas áreas de atuação. voltando à eutanásia e pela última vez: nós somos um povo que não se descobre senão quando do estrangeiro o fazem. abafamos tudo. com o aborto foi a mesma coisa. com a adoção de casais do mesmo género fomos atrás da civilização. cabe-nos sempre a cauda de tudo. teimamos em ficar nela e para isso utilizamos todo o mecanismo do obscurantismo. a eutanásia é para ser discutida até à exaustão. porra, nem que seja para que ma apliquem. é que gostaria de a provar estando eu de saúde. porra, quero morrer com saúde e não quero ter um médico funeralista que me visite uma vez de dois em dois dias à espera que vague a cama onde hei de espernear cheio de dores. acabado o tesão, falta de apetite, pernas trôpegas, visão borrada, mãos trémulas... porra acabem lá com essa merda de discussão e passem ao plano da ação.
varett
sábado, 27 de fevereiro de 2016
já estivemos mais longe daquilo que se poderá chamar de o nosso sofrimento coletivo
o nosso sofrimento coletivo aproxima-se a passos rápidos. dir-se-ia que estamos a caminho de um impasse social. quando começaram os despedimentos, deste e daquele, estávamos longe de adivinhar despedimentos em série. presentemente e segundo informação dos meios governamentais (o que sugere suspeitas pois há que tudo fazer para deter alarmismos fundamentados) andam à volta de 577 os próximos a sofrer de despedimento. não são operários de uma industria qualquer, coisa "normal" numa sociedade que se rege por uma economia de competição desenfreada, trata-se sim de bancários que estão a ser postos na rua dos seus locais de trabalho. ora o sintoma que aponta para o descalabro económico é quando a banca soçobra. é que a banca é o motor de todo o desenvolvimento. é ela que possui os meios para fazer o mundo girar. estamos perante sintomas que apontam para o caos social ou estamos a ser absorvidos por economias mais fortes? as duas coisas. não é preciso explicar creio eu. a perturbação e o terror social estão a ser abafados pelo complot que tem existido neste falso período de paz entre uma certa cadeia jornalística e o governo. convém não alertar cá dentro para além do ponto fóvea da miséria geral que bate insistentemente à nossa porta. também não é preciso dizer que a ex-nossa banca está de rastos e a venderem-se unidades de referência que estão a cair nas mãos de grandes grupos estrangeiros. o último berro da fome foi a venda a espanhóis (os chineses estão também por detrás) do banif. como é isto possível tendo nós um banco de portugal e um governador? banco de portugal não existe. o que existe é uma entidade que é gerida politicamente e não profissionalmente. quanto ao governador, devemos dizer que não governa (ou o governador é outro). tanto é assim que instado a demitir-se pelo primeiro-ministro teima em manter-se no cargo. não saio! isso pode? claro, deve estar bem calçado e ter por detrás de si a imensidão de credores que nos estão a transformar nos novos escravos de gravata mas que utilizam viatura para de deslocar para os locais de trabalho. não é mau! apesar de tudo por termos assentado a nossa vivência num individualismo pantanoso ainda não nos habituamos a pensar coletivamente. neste caso, sofrer coletivamente. somos tão individualistas que nem sequer queremos sentir o sofrimento em comunidade. sofrimento coletivo? isso é coisa dos ingleses quando os alemães, no tempo da segunda guerra, bombardeavam londres com as suas V2. estou a exagerar. o nosso povo no século xiv saiu à rua - cheio de sofrimento coletivo - para contestar politicamente contra o arranjinho sexual que havia entre o rei dom fernando e uma senhora muito bonita que fora casada com um fidalgo, a quem ele, dom fernando, obrigou a afastar-se para poder dormir com ela oficialmente. o nosso povo, cheio de sofrimento coletivo, revoltou-se contra este atentado ao pudor nacional. depois, a tal senhora, uma vez feita rainha, acabou por mandar enforcar alguns dos moralistas cabecilhas da revolta que até de aleivosa a chamaram. isto diz-se seu fernão vasques, alfaiate e bisbilhoteiro lisboeta? e lá ficou o desgraçado a balouçar à la foucault na corda da justiça dos ricos. sofrimento coletivo? porra! aperta e dói muito!
varett
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
domingo, 21 de fevereiro de 2016
a filosofia e o pensamento de alguns filósofos de importação
alguns filósofos deste regime, muito apaparicados por certa press, retrataram o português como alguém que rasteja perante o mundo. houve até um candidato ao imbecilato que afirmou perentoriamente que o desgraçado até tinha medo de existir. refiro-me a um "filósofo" que se titulou em paris depois do maio de 68 e que se meteu a dar aulas na faculdade de letras da capital após o 25 de abril de 74. é do tempo de outro "filósofo", o fernando belo, padreca-teólogo, também ele diplomado por frança. escorraçados os velhos mestres do "saber" escolástico daquele estabelecimento de ensino superior, houve que tapar os buracos deixados por aquelas "vítimas" devido a saneamentos abruptos. assim, o corpo docente foi todo renovado com a bênção da revolução. houve exceções que se mantiveram muito bem lá dentro com vencimento e tudo o mais. por exemplo, aquele rapaz que dava introdução à filosofia e que chumbava toda a gente. era o barata que cantava olha bola manel do joão ou coisa que o valha. o fernando belo não era feio, embora pacato de blica, mas o gil e o barata eram feios (e são) que nem a irmã lúcia. bem, nem tanto. tudo o que escrevem e pensam cheira a complexo de classe e feiura. o ódio de classe vem-lhes da meninice assaz apertada. recalcados? talvez o psi. coimbra de matos possa dar uma mão. nunca estes três exemplares do pensamento português deram de si um único pensamento que não tivesse molhado pelos mestres europeus. que por sua vez se escancharam na sabedoria oriental. o que fazem por nunca denunciar. homens vazios a quem lhes foram conferidos poderes para refazer o pensamento do homem novo que se procurou construir com evento da democracia. o resultado está á vista. pobre filosofia quando entregue a mestres pensadores que não pensam por si.
mmb-varett
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
fui enganada! agora que preciso de algum para comer, devo fornicar com ou sem preservativo?
quando desembarquei no aeroporto internacional do rio de janeiro-galeão, em 2014, era uma mulher rica. tinha 377.000 euros envolvidos numa operação bancária muito segura. muito segura dizia-me a minha gestora de conta. claro que antes de ir de férias dei ordens ao meu advogado para se ver livre de terras e casas - algumas muito antigas que tinha herdado de um familiar - a preços de conveniência, para aplicar em papeis comerciais que era o que estava a dar. encontrava-me eu deitada ao sol, na área da piscina de um hotel perto na lagoa rodrigo de freitas, quando tocou o telemóvel. era júlio josé santeiro e castela, o dito meu advogado. não te disse para não aplicares tudo nesse negócio bancário? sim e depois! houve um grande golpe na banca e muita gente ficou a ver navios. como é possível isso se ainda ontem na rtp-i, o presidente da nação dizia que o banco era seguro de todo? olha filha, se não tens mais algum separado dá-te por falida. se é assim estou mas é fodida. o que me aconselhas que faça já que estou com pouca grana? usa o corpo! cabrão! meu grande cabrão! isto não fica assim! mas ficou. é que para comer tive e tenho de alugar o corpo. não me dou mal com o que ganho, mas não é a mesma coisa. ah, ainda bem que o santo papa nos libertou do pecado aconselhando o uso do preservativo! pois, como sou muito religiosa e sou devota a santa maria madalena, custava-me muito usá-lo porque era um grande pecado. uf, que alívio!
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