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segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

os populares e as piropoleiras: no passado o cds passou a pp, nos "tempos modernos" o bloco de esquerda passou a partido das piropoleiras

as piropoleiras resolveram propor e votar uma adenda ao artigo 170º do código penal em plena casa da democracia. de que trata aquela? de um verdadeiro tiro no pé. as feministas são a favor do aborto mas são contra as bocas que machos excitados lançam como que a fazer cumprir os desígnios naturais com que foram dotados. têm razão! quer dizer, o tesão aparece, por exemplo e, por vezes, quando a mulher se despe na rua através do uso de  minissaia ou nas praias enfiando entre as pernas um fio que apenas lhe tapa as partes cobiçadas.  a maioria dos homens foram-se civilizando e, de fato, hoje em dia, deixaram-se de labreguices. no entanto, num país de australopitecos como o nosso, não é raro acontecerem observações bestiais que chocam as mentes mais sensíveis. são ordinários e devem ser chamados à atenção e se por acaso voltarem a prevaricar existem leis para os punir, como é o caso dos artigos 180º e 181º do mesmo código. para quê, então, criar uma especialidade legislativa para travar ímpetos naturais já expressos e condenados na lei? fomos à procura de saber de onde vem essa tendência das piropoleiras para impedir certas atitudes que nada têm a ver  com a vida de salão tão fora do jeito do poveco... quando a malta do meu tempo estudava  no liceu e se preparava para frequentar a universidade aprendia, por exemplo, - os que iam para letras - a fundação da literata arcádia. um seu co-fundador, de nome correia garção, teria sido vítima de  prisão por ter feito a corte a uma menina inglesa. entrou na cadeia em 1771 e saiu de lá já cadáver em 1772, mesmo em cima da ordem de soltura. penso que historicamente deve ter sido a primeira vítima da lei mental anti-piropo que só agora - já perfilhada pela democracia - viu a  luz do dia abençoada por catarina martins, uma das conceituadas líderes das piropoleiras. o marquês de pombal era um iluminista e foi ele quem ordenou a prisão... esta informação e outras sobre garção pode a minha querida leitora procurar em fidelino de figueiredo na sua história da literatura clássica. o que temos que enfrentar com esta tomada de posição das feministas que adulteram o sentido da sua justa luta? elas percebem que a história as colocou numa escala de inferioridade que não mereciam porque são tão bem dotadas quanto os homens. já o aristóteles - segundo alguns historiadores - o mais sábio de todos os sábios, afirmava que a mulher não tinha alma. para mim, aquele filósofo não passava de um animal. isso diz-se, minha besta? mais tarde, a sumidade máxima da intelectualidade cristã, são paulo, afirmava que a mulher era um corpo e a cabeça era o homem. ora que porra, são paulo! isso é uma inverdade, pois a mãe de deus nosso senhor era mulher! há cada um neste mundo! não vou questionar os deputados da assembleia da república pelo fato de terem aprovado semelhante anormalidade pois sei que eles na sua maioria são gente com pouco tesão e tanto se lhes dá que os machos já não se possam expressar à bocage ou à albino forjaz de sampaio. é gente sem sexo. é natural, pois ficam sentados centenas de milhares de minutos com o rabo sossegado. sentam-se em cima dos tomatinhos e estes ficam como que aleijadinhos. uma mulher que não merece um piropo é como  um fóssil exposto num museu que ninguém visita. se as mulheres querem lutar sem rede terão de ter a coragem de  compreender das razões porque se "pintam" e se insinuam em tudo que é local onde são vistas por homens e mulheres. se elas querem envolver-se  uma luta de neurónios terão de ser honestas e preparar-se honestamente para enfrentar a realidade. conhecem as mulheres maior violência do que a prática do ato sexual logo após ouvirem o: eu amo-te meu amor dito de forma baixinha  e dengosa?  e no momento em que se atinge o orgasmo numa cadência que mais parece a ação de um motor de combustão, será que se pode dizer, por exemplo: que rico cu? a nova adenda da lei, não contempla os lugares onde se pode ou não se pode atirar piropos. imaginemos o seguinte cenário: um homem engata uma mulher num café. não lhe pode dizer nada que ofenda a tipologia do piropo pois não sabe se ela o iria  denunciar à gnr. a coisa vai bem porque ela avança e abre o jogo. tudo bem. vão ambos foder num motel. durante o ato ele que esteve sempre calado abre a boca e geme: querida és tão vaca que até o meu pénis aprendeu a ordenhar. dá-me cá essas nádegas para as abocanhar! bom, a "dita cuja" depois de se satisfazer sai e vai direita à esquadra mais próxima e nela apresenta a seguinte queixa: - senhor guarda, fulano de tal chamou-me vaca. o guarda toma nota e pergunta-lhe: em que local isso aconteceu? e ela: na cama, senhor guarda! - na cama? - pergunta a autoridade perplexa. - sim! replica ela. e que estavam a fazer na cama, minha senhora? pronunciou o guarda muito baixinho. e ela: sexo, senhor guarda! muito sexo, senhor guarda! e o guarda: ele obrigou-a a fazê-lo? e ela: fizemos sexo de comum acordo, senhor guarda! e este: então, a senhora praticou o coito de livre vontade, mas queixa-se apenas do nome que ele a chamou durante a tarefa? e ela: sim senhor, foi assim mesmo. e o guarda: eis o que vou escrever. tome a atenção ao que vai assinar. aos tantos de tal e tal estava a queixosa em pleno ato sexual com sicrano quando próximo de atingir o orgasmo aquele a chamou de "tão vaca". por este ato oral estar abrangido pela nova  adenda ao artigo 170º do código penal, fulana de tal apresenta queixa e espera provimento, etc., e tal. (desconheço se é necessário constituir assistente...) como a lei costuma apresentar muitos buracos este é mais um. só que desta vez o buraco é outro. mais tarde, o homem é chamado para prestar declarações. por acaso é o mesmo guarda que atendeu a queixosa. disse o guarda: o senhor no dia tantos de tal chamou vaca a fulana estando deitado com ela na cama? e o agora arguido: ó senhor guarda, ponha-se no meu lugar. depois de termos feito sexo oral, anal e vaginal eu acreditei que poderia acrescentar uma palavras para apimentar. fi-lo sem segundas intenções. foi um deslize. peço perdão! e o guarda já muito excitado: para a próxima foda fique calado. nunca ouviu dizer que se a palavra é de prata o silêncio é de ouro. arguido: o que me vai acontecer, senhor guarda? - isso agora já não é comigo. é com o juiz. vocifrou o senhor guarda. arguido: ai, meu deus! nem deus te há de salvar e se apanhares alguma feminista pela frente vais ver que daqui em diante foder podes, mas abrir a boca nunca mais. e agora? agora, cala-te boca e paga a multa, porque da próxima vais dentro!
mmb

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

marcelo: muito bom; autarca vitorino: muito bom; neto: suficiente; maria belém: suficiente menos; morais: bom; edgar: bom


o professor marcelo continua a passear-se nesta campanha como um grande senhor da comunicação humana. ninguém se mostrou capaz de lhe retirar a posição cimeira que mantém sem grande esforço. hoje, dia 1, foi a melhor prestação de todas.  marcelo, apesar de não ter sido muito feliz quando foi entrevistado pela judite de sousa na passada quarta-feira, voltou a "agradar" e a subir. vitorino (o tino de rans) demonstrou que o povo tem uma palavra a dizer no que diz respeito a estas eleições. tocou num ponto muitíssimo importante procurando a solução: o povo que vota fica sempre à parte e longe das decisões dos que elege para representar o seu interesse. foi inteligente e autêntico sem estar a forçar o discurso. parecia a voz do povo a dizer da sua justiça. marcelo tratou-o como um bom aluno. edgar foi lúcido ao  recriar  o discurso social mascarado de estadista. mascarado porque nunca teve um lugar ministerial embora se esforçasse por falar como tal. é, digamos, a fala de um povo ilustrado que raramente dá sinal de vida nas urnas. esteve bem. maria de belém está a esgotar-se no plano das novidades. o seu comportamento é estático o que deu azo a que paulo morais lhe desferisse vários golpes mortais. penso que não se vai aguentar mesmo mostrando uma postura fria e serena (por fora). marisa - a do partido antipiropo - diz sempre a mesma coisa. claro que o diz com autoridade e estudo quando se refere acerca do estado do país e  às  dificuldades económicas que enfrenta.  como deputada europeia tem intervindo  politicamente como uma sonhadora. pensa abrir as janelas do palácio de belém... ó querida, e a poluição?  houve também um candidato que leu uma declaração e depois saiu à pressa. o nome se não erro era cândido. em relação a jorge sequeira nada posso dizer a não ser isto: onde já ouvi isto. foi sofrível. fez uso de cábulas. paulo morais o que diz agora di-lo sempre que escreve crónicas. é uma boa crónica lida e teatralizada.
mmb

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

portas saiu? já estava fora! cds à le pen é o que se segue?


paulo portas, homem de grande vitalidade intelectual, percebeu que o seu cds tal qual o seu independente teve um nascimento e morte. por que o semanário independente não continuou como tantos importantes órgãos de comunicação social como ele? porque portas não sabe o que quer e atua sempre sem objetivos  de continuidade. a sua inteligência não lhe permite acomodar-se. é um insaciável cultural. quando saltou do jornalismo que ele reinventou em portugal para se meter na fossa da política, paulo portas era já um sabido. por exemplo, o seu nacionalismo foi sacrificado para poder mascarar a direita da direita e integrá-la nos clubes democratas europeus sem sobressaltos. assim, fugia ao epíteto de extrema-direita á la marine le pen. preparou e industriou o cds  (o que restava do tempo áureo de freitas do amaral e que tinha encalhado em adriano moreira (ex-colaborador democrático no tempo do estado novo) - para que se calasse  no que diz respeito aos valores muito gratos a uma certa direita. a direita portuguesa para sobreviver teve de meter os valores que comunga, tais como os da santa madre igreja, do nacionalismo lusitano, da independência nacional etc., num saco de lixo não reciclável. por vezes essa direita paulista e tradicional espinhava-se. foi assim aquando da lei do aborto. como é sabido os democratas-cristãos portugueses só fazem sexo   para procriar. como eles forjam famílias diminutas pensa-se que dar uma queca para o tal efeito é coisa raríssima. deus, pátria e família é a sua forma estrutural de estar no mundo. só quando a família se liofiliza (o caso da aprovação da lei do aborto) é que eles põem as unhas de fora não só porque faz parte da sua natureza  crer que feto é gente mas porque também tem eco junto  de certo eleitorado. o cds em 2011  com paulo portas a prometer aos pobres das feiras e mercados pão de ló conseguiu um máximo recorde de parlamentares. tornou-se vital para os social-democratas formarem governo coligarem-se a essa estranha direita. depois, foi ver-se governantes centristas a brilhar. assunção cristas, uma dessas estrelas até deu nas vistas impondo-se mediaticamente. paulo portas em fins de 2012 tentou mais um golpe para poder sair em grande estilo tentando desfazer a coligação psd-cds. foi ameaçado por altas personagens do regime e recuou.  na sua cabeça  tratava-se da  altura ideal para abandonar o barco e ajudar a enterrar esta democracia  e talvez conseguir levar a sua direita ao poder sem se transformar em pendura de outros maiores. paulo queria ser grande. e merece dado que é dos espíritos mais lúcidos e velhacos que se conhece na política. portas faz contas e sabe que errou ao apresentar-se nas eleições coligado ao assassino social mais odiado dos últimos tempos. teve medo do desastre eleitoral e escondeu-se numa coligação anti-natura para depois passar as culpas à política de passos. contra a corrente o cds e o psd coligados venceram as legislativas. quando levaram o seu orçamento - espremedor de povos e pobres - ao parlamento estavam convencidos que passariam. foram chumbados e arrumados para o poder por muitos anos e bons. com o fantasma do seu inimigo em belém, o prof. marcelo, portas percebeu que o cds, com ele lá, estaria arrumado. tal como fez com o independente, fugiu não sem antes ter propalado uma série de patranhas para enfeitar a saída. as atuais estrelas centristas vão ter de enfrentar um deserto sem camelo. resta-lhes recriar conceitos como independência, nacionalismo, amor cristão, etc., para poderem sobreviver e ter esperanças de crescer à imagem da frança nacionalista a cozinhar por marine le pen filha de seu pai jean le pen patriarca e tia da pequena marion marechal le pen, esperança mediática da frança do futuro para quando a união europeia der o berro ajudada pela Inglaterra dita reino unido por engano. os tempos vindouros irão dar razão a portas. é isso que chateia. 
varett
ps: quando o pcp berra a favor da independência nacional face ao esclavagismo imposto pela união europeia aos países pequenos e pobres isso não representa senão um apelo à dignidade. mas quando a direita refere os mesmos valores é apelidada de fascista e salazarista. portas fugiu e bem aos ataques soezes com que a comunicação avençada costuma fazer à extrema-direita. também, nunca se ouviu portas definir-se em relação à sua direita. é óbvio que se a direita do psd tem outra mais à direita, esta será a extrema-direita.  paulo portas conseguiu manter viva a extrema-direita com mestria e inteligência. por isso devia ser  condecorado com a grã cruz da ordem do infante mais adequada aos seus feitos na barca da direita católica, apostólica e romana. a mesma que foi mundo fora oferecer aos indígenas a salvação com outros deuses.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

que rico rabinho! ora toma com dois meses de cadeia não remíveis. e se enrabássemos o legislador...


um juiz que se fez à custa de anos e anos de estudo e que teve de passar por diversos exames para subir na carreira vê-se  num momento alto da sua carreira a apreciar uma acusação: de abuso sexual? nada disso! de assalto seguido de roubo? nada disso! de corrupção? nada disso! de tráfico de influências?  nada disso! fuga a impostos? nada disso! de falência fraudulenta? nada disso! etc., etc., etc., nada disso! então o que se passa? perante sua excelência, o meritíssimo juiz, encontra-se um pobre português, habitué de bocas feitas à medida que vê fêmea passar, prestes a ser condenado. qual o seu crime, seu tarado? aboca o procurador da republica adjunto: - meu rico senhor, eu só disse àquela menina se ela queria dar netos a minha mãe, gemeu o português já nascido em democracia. senhor doutor juiz, este homem é um devasso, articula impante o procurador. ora diga cá como é que aquela menina poderia dar netos a sua mãe? - fodendo comigo, meritíssimo, respondeu o plebeu. resultado, condenado a três anos e um dia. esse dia foi uma invenção de um ministro de salazar para fazer calar a opinião dos descontentes indefinidamente. a malta está farta de saber que ofensas orais ou escritas podem levar cada prevaricador a juízo. mas para quê, esta lei contra o piropo? porque o feminismo avança descabelado e descontrolado com o poder em que chafurda contra tudo que cheire a fazedor de esperma. isto dá-se quando as queridas não estão com o cio. é que elas só neste estádio são simpáticas e abertas de pernas também. é verdade que elas no tempo do estado novo levavam uns tabefes dia sim dia sim. estava na lei e até a santa madre igreja fechava os olhos pedindo paz e amor aos casais desavindos fisicamente. por outro lado elas tomavam conta de tudo, até das vidas  dos que as rodeavam. elas é que faziam o de comer, é que lavavam ou mandavam lavar as roupas, é que passavam a ferro as camisas, peúgos e outros trapos. o homem dentro de casa era um zero de inutilidade. não servia para nada a não ser o de usar o título de pai de família com altos poderes. o desgraçado depois de um dia de trabalho chegava a casa e sentava-se a ler o jornal e a bebericar a sua bebida favorita enquanto a mulher dominava a cozinha. e quando a refeição estava na mesa, todos em uníssono agradeciam aos deuses e à fada do lar  a dádiva que era a mesa posta aprimoradamente  e basta. quando o chefe de família deixava, com o fruto do seu trabalho, de poder sustentar aquela instituição sagrada, a mulher teve de ir à vida para aguentar e custear  parte das despesas. deu-se a grande porra ou crise. é como se quiser. o homem continua sem saber cozinhar, lavar, passar a ferro e etc. chega a casa e espera que a mulher faça tudo. pudera, o porra tonto só sabe comer e dar umas quecas quando o tesão lhe sobe à cabeça. é então - nestas condições de soltura feminina - que para além de levar um par ou pares de cornos (a mulher fica livre e mexe-se bem fora de casa) ele passa ser sujeito a todas as arbitrariedades caseiras. coitado. aqui vão alguns conselhos para dar a volta à cena e reduzi-las (às fêmeas) ao seu verdadeiro papel: escravas do senhor deus do ocidente e do esposo (está na bíblia dos judeus adotada cá por casa). leiam com atenção. vamos dar cabo delas que se estão a estender. primeiro, ó estúpido, aprende a cozinhar, a lavar, a passar a ferro e a usar os esfregões com pau grande para não sofreres das costas! depois desta aprendizagem (se não és burro é coisa de um mês ou dois) vais seguir as minhas instruções. quando ela chegar a casa tu dizes-lhe para se ir sentar na sala (se a tiveres) e ligas a tevê. preparas-lhe a bebida favorita e entrega-lhe o jornal. volta para a cozinha e acaba a refeição. já na mesa pergunta-lhe se está a gostar. se disser, por exemplo, que falta sal, agradeces a opinião e vê se melhoras. depois do repasto pôe-te a lavar a loiça. não cabe aqui os truques de  como lavar a loiça, despachar o lixo, e outras tarefas a serem "masculinizadas", pois esta merda de texto de repente ainda se transformaria num romance. na cozinha, não disponhas os tachos e as panelas, os talheres e os pratos como elas costumam fazer. estou quase a denunciar o segredo, porra! o que se pretende é que elas (as feministas doentes e fanáticas) não façam nada a não ser trabalhar no local de trabalho. é daí que elas vão buscar o seu. e é só. como trabalham apenas 6 ou 7 horas ficam com muito tempo livre. e como são ocas (na sua grande maioria. não sou só eu quem o diz. há estatísticas, meu). quando não estão com o cio e no engate (numa prespetiva de apreciar os machos mentalmente e/ou materialmente), a pintar as unhas e a lavar o cabelo, elas ficam nervosas e irritadas. irritadas sobretudo porque os espelhos não mentem e há muita competição entre elas. competem muito entre as do seu género e  porquê? porque gostam de foder e muito. sempre gostaram, só que agora podem realizar as suas fantasias com macho musculoso sem reservas. a lei permite-lhes essa prerrogativa. antes era só pecar em pensamento. os padrecas que as confessavam é que sabiam e bem o que ia e vai naquelas cabeças. ora, nestas condições elas quase enlouquecem de tanto vazio à sua volta. aqui convém entrarmos com ação psicológica. atira-se contra elas: vocês não servem para nada senão para procriar! não são precisas para nada mais. claro que  temos de as substituir em tudo. se usarmos a lógica masculina nas tarefas  domésticas evitamos passar muito tempo  com estas. enquanto elas levam muito mais de uma hora e meia  a fazer uma simples sopa nós, os homens, podemos fazê-la em 16 minutos e ´quando a sopa estivar pronta já o lixo está arrumado, etc. segredos não os direi, pois vou criar uma escola de machismo científico para lhes dar cabo da cabeça e da vagina. quando, por exemplo, ela chegar a casa e depois de todas as mordomias que  criámos para ela ainda quiser foder porque está a seco visto uma amiga lhe ter roubado o seu amante (elas gostam muito de ter um amante provisório pois as danadas gostam muito mais de sexo variado do que nós (há exceções, porra) gememos assim: ai, tenho muitas dores de cabeça, querida! não esquecer o querida para dar convicção e falsa verdade à frase. o bicho esquisito (frase de aquilino na antiga emissora nacional atirada a igrejas caeiro) vai começar a sentir que a cotação está a baixar   ou está a degradar-se fisicamente. é então quando começa a raciocinar (é raro mas acontece). nesta altura deve-se criar um clima de suspeição, isto é, dar-lhe a entender que mulheres bonitas são esta e aquela. se no emprego as houver melhor, pois, ela sabe muito bem como as coisas se resolvem nos locais de trabalho . só se dá a entender, claro. depois de ela ficar insegura, devemos dizer-lhe que ela é única e mais uns doces baratos  sem exagerar e não habituar mal, pois o bicho tem um sexto sentido que lhe permite superar a tal  alta inteligência de que carece. de  derrota em derrota lá fora (são poucas as que vencem) ela acaba por repensar no que pode perder se o homem se afastar e é aqui que a coisa começa a dar a volta. querido, deixa-me lavar a loiça? nunca se deixa. bom, vou acabar por aqui pois daqui para a frente há todo um mundo de ações a nosso favor, e é segredo. antes de começarmos  a  asneirar devemos fazer com que  ela assine um documento assistido por testemunha com os seguintes dizeres: estas nódoas negras que surgem no meu corpo são devido a queda no banheiro. e mais coisas que devem assinar no mesmo sentido. o futuro a deus pertence mas nada de fiar. entretanto, na fase em que as substituímos em todas as tarefas domésticas deve-se registar tudo numa câmara de vigilância. cuidado, devemos colocá-la discretamente. avancemos contra o feminismo com tanto ardor quanto o fazemos contra o nazismo. o nazismo destruiria a humanidade se pudesse. o feminismo fará de nós uma espécie de frango de aviário onde elas nos iriam apanhar só para satisfazer os seus apetites. sejamos fortes rodeemo-las de solidão e vazio. não suportam esta dimensão porque apesar de gostarem muito de sexo enquanto instadas pelo cio não dispensam nunca o tagarelar, que é a sua segunda natureza. malvadas! e muito cuidado enquanto não as voltarmos a dominar, pois até um simples bom dia dito com cara de parvo entesoado nos pode levar à barra do tribunal e depois à cadeia. é que pode tratar-se de um piropo enquadrado na nova legislação aprovada por uma série de  ratos de esgoto a quem este povo de bananas entregou o poder. confesso e peço aos padrecas - a quem ofendi deliberadamente -  perdão. poder à igreja de roma e aos que são adeptos de pio XII, já! poder ao divino cardeal  patriarca dom clemente! beatificação do cardeal cerejeira! pelo estrito cumprimento da palavra dos profetas! pela aprovação de toda a palavra proferida por são paulo, precisamente aquela referente à mulher: a mulher é um corpo, a cabeça é o homem! ah, meu querido são paulo, deus te ouça!
varett
nb: a partir de agora passo a acreditar em deus nosso senhor jesus cristo, ao pai e ao espírito santo. ah, e também no milagre de fátima. perdoem-me, por favor, que pequei contra a vossa sabedoria.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

os vários tipos de ladrões de bancos. um pré-ensaio...

os ladrões mais perseguidos pelas autoridades e de quem mais se fala  são os que empregam ação. dentro desta categoria encontramos os não-violentos e os violentos. num outro escalão estão os infiltrados e os que dirigem o roubo do alto. nos infiltrados estão os caixas, os gerentes e os gestores de conta. no alto estão os banqueiros. todos eles trabalham com cúmplices. em geral os mais importantes de entre eles são os grandes empresários. um ladrão não violento quando entra no banco que pretende roubar dirige-se para a fila de espera. quando se encontra cara a cara com o funcionário, em geral, apresenta um papel com ameaças de variadíssima espécie. ameaça de bomba, etc. depois da recolha, sai calmamente e pisga-se entre a multidão que anda na rua à procura de restaurante para almoçar ou outra coisa qualquer. o desgraçado leva apenas umas centenas de euros, o que fará com que venha a repetir a ação pois não pode sobreviver numa sociedade de consumo como a nossa com tão pouco. contra este ladrão têm os bancos e as polícias a mais especial e cuidada atenção. em geral são quase sempre presos. já o ladrão violento que mata reféns, eu não gosto deles. gente ordinária! em geral este tipo de ladrão trabalha mais num país violento, como, por exemplo, os estados unidos da américa.  nos infiltrados, encontramos gente séria. lá por desviar uns milhares não quer dizer que sejam desonestos. são necessidades. umas vezes é a mulher que quer competir com a vizinha rica, outras são os filhos que aspiram cursar uma dispendiosa universidade. estão desculpados. alguns gerentes ultrapassam o trivial e abocanham milhões. também nada de espantar. mas não deixam de ser abusadores. safa! já me ia esquecendo do tipo gestor de conta. este - para ascender  uns escalões na carreira  bancária  - atira-se aos clientes (em geral gente pacífica que não come para não defecar, perdão cagar) a quem induz investir as poupanças, por vezes de toda uma vida e  em negócios escuros. são os cães de fila que falam línguas em vários níveis. dominam muito bem a linguagem popular. esta pertence à maioria dos aforradores. quanto aos que dirigem o roubo de elite ou de alta realização, devo dizer que tenho pouca informação sobre eles pois nunca jantei com nenhum deles, nem deles tive qualquer contato. sou plebeu de quatro costados, mas aburguesado. fui obrigado a sê-lo! o mundo onde navegam é muito poderoso. e quem se mete com eles leva no cachaço. é por isso que certos políticos a eles se associam, naturalmente para continuarem vivos. mata-se muito na alta finança. nem o banco do vaticano escapa a assassinatos. veio-me à ideia a loja 2 e a morte do santo padre João paulo I, de boa memória e de mau fim.  bem, como isto é um plágio de ensaio, fico-me por aqui, não sem antes dizer mais umas coisitas: a quem os ladrões roubam não é aos bancos. roubam ao povo! e como é que isso acontece? ora bolas, através dos impostos diretos e indiretos. entre o roubo que é feito à banca-povo, os ladrões ativos não-violentos são os que mais barato nos saem. por exemplo, nestes últimos anos não roubaram mais do que umas dezenas de milhar de euros. custou a cada um de nós e segundo os meus cálculos uns 10 cêntimos de euro. uma ninharia. já dos outros roubos não se pode dizer o mesmo. nos últimos 8 anos pagámos qualquer coisa cerca de 1.376 euros. quer dizer que cada banana como eu foi roubado nesta quantia. os que me roubaram 10 cêntimos estão atrás das grades. os que me roubaram milhares estão numa boa. penso que não está certo! deus a existir não é justo para com os pobres ladrões, o mesmo já não se pode dizer dos altos ladrões. bom, será que se pode fazer algo pelos pobres ladrões? eu penso que sim. e como?  declaro-me "presidente da república na sombra". e neste sentido vou indultar todos os pobres ladrões não-violentos. o quase ex-presidente cavaco da silva não foi cristão para com os pobres que roubam pouco. cristo que nasceu ontem e já tem 2015 anos disse que era muito difícil um rico ladrão entrar no reino dos céus; dando a entender que ladrão pobre tinha no mesmo reino um fauteuil de veludo cotelê à sua espera e que os outros só se fossem camelos a tentar entrar num buraco de agulha (1) é que se podiam habilitar a conviver com o pai dele e com a outra divindade que dá pelo nome de espírito santo. é por isso que eu em nome do pai do filho e do espírito santo e como presidente da república sombra desejo a todos os ladrões passivos um belíssimo natal e que  se um dia precisarem de se esconder porque fugidos às autoridades podem contar comigo porque    eu os acolherei com o espírito de natal que nunca me abandonou.
varett
(1) - não sou padre de paróquia para estar a interpretar como deve ser o fundo de uma agulha nem tão pouco consigo imaginar um camelo a perfurá-lo.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

a mafia da pimenta criada no século XVI e que veio a ser decapitada no século XVIII está de volta tomando como refém o estado português

quando dom josé I deu cobertura à estratégia de sebastião josé de carvalho e melo - conhecido na história como marquês de pombal -  (com a categoria de secretário de estado do reino. hoje uma espécie de primeiro-ministro mais poderoso) para decapitar de um só golpe a organização encabeçada por uma quadrilha composta por  nobres que abocanharam a maioria dos negócios de estado. a coroa comparada com eles mais não seria do que um parente pobre. o terramoto veio  empurrar ainda mais para a bancarrota o real senhor e seus próximos. e por conseguinte o próprio estado ou qualquer coisa similar equiparada na altura. os bens daqueles quadrilheiros -  que se julgavam acima do poder real, chegando ao ponto de desafiar os fieis servidores de sua majestade - foram arrestados pela justiça (trata-se da justiça de el-rei, está claro) não sem antes lhes ter limpado o cebo para não incomodarem a real figura.  o marquês - depois dessa limpeza -  deu origem a reformas em todos os setores. a história relata que o homem de mão de dom josé se dirigiu ao norte para assistir ao enforcamento de uns agricultores que se tinham negado a arrancar as suas vinhas. foram pendurados pelo cachaço para exemplo e aviso aos que desobedeciam. o certo é que meteu tanto medo aos portugueses que só agora, passados 250 anos é que os novos quadrilheiros se reorganizaram. e como é que foi? com  a ajuda de parceiros estrangeiros e da banca e também porque se certificaram que o marquês estava bem enterrado e sobretudo bem morto. é através desta parceria  e dos seus agentes internos  que os bens do estado estão a ser delapidados. em vez de abocanhar as especiarias e metais preciosos, a atual quadrilha amafiada  saca as riquezas através de organismos oficiais. como o faz? primeiro, introduzem "agentes duplos" em ministérios. em segundo lugar, infiltram-se no órgão de soberania que acolhe todo o tipo de gente (assembleia da república que aprova tudo que é cozinhado fora de portas). nesta assembleia  dá-se cobertura a tratados que  (depois de votados por um conjunto de palermas que lá fazem número) ficam blindados a favor da mafia nacional e seus sócios internacionais. pequena referência sobre esta mafia. não se trata de mafia sangrenta. o país é pequeno e esse método violento não ajuda. existem outros organismos oficiais que fazem o serviço mais limpo utilizando instalações apropriadas para o efeito. não havendo pelourinho nem um carrasco a la sebastião josé e nem um dom josé empobrecido mas com forças armadas e polícias do seu lado é muito natural que acabemos no fundo dos bancos vazios sem funcionários e sem dinheiro. nada mais simples de concluir: estamos muito próximo de mais uma revolução. um país descapitalizado e em guerra com a banca que saiu vencedora desta guerra vai implodir. aposto dobrado contra singelo! alguém quer? por favor,  ó forças armadas, também é democrático intervir e fazer respeitar a constituição! também é democrático as forças armadas voltarem os seus interesses para a nação mandando vir os seus efetivos que vegetam em cenários de guerra que não nos dizem respeito! também é democrático as forças armadas obrigarem as polícias a cumprir as tarefas que lhes foram atribuídas! eh pá, então não é?
mmb
ps: neste momento em que escrevo uma dúzia de palermas avençados discute mais um grande saque a que o estado foi sujeito. o estado que somos todos nós. é por isso que o poveco grita pelo marquês. ó marquês! anda cá p´ra abaixo outra vez!
ps2: mais esta: nem o prof. salazar com a sua pide conseguiria levar-nos a sair deste pântano, como classificou o país o último beato antes de se por a milhas não sem antes se ter confessado.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

era para escrever um belo conto de natal, mas dadas as circunstância resolvi dizer algo sobre o encontro entre os neurónios legisladores. dedico-o ao peru.

eu já matei animais. matei um pássaro que me picou. matei galinhas em número limitado,  esticando-lhes o pescoço. torturei caracóis, baratas  e cozi lagostas em número indeterminado. num certo dia, até matei um cão que ameaçava e mordia crianças. bom, o que vou escrever não me liberta nem me absolve do que fiz,  toda uma cultura que me rodeava não   contribuía  para uma maior consciencialização deste tipo de ações, hoje consideradas crimes. há tempos, deixei de comer todo o tipo de animais. o meu único crime é comer ovos. como julgo que o ovo não é ainda um animal, conceptualizei-o uma espécie de espermatozóide. ovo não galado! estão a ver?  ora bem, certo dia quando observava uma cena doméstica e muito familiar dei por mim indisposto. porquê? bom, uma família sentada à mesa fazia uma refeição cujo prato principal era o bife. próximo  deles, um novilho esventrado apresentava-se pendurado a partir do teto. aquela família que na semana anterior fazia afagos ao animal estava agora a comê-lo. a menina agarrava-se ao pescoço do estrela - assim se chamava o novilho - enquanto o pai a fotografava. mas que raio: coisa estranha, tão amigos e carinhosos eram para com o "amiguinho" e de repente, toca a esquartejá-lo e a papá-lo. é a vida, digo eu. porém, ao tentar perceber o modo como encaramos a matança dos animais dei por mim a ler a declaração universal dos direitos dos animais (esta declaração é elaborada pelos homens e não por aqueles, o que é estranho. muito estranho mesmo).  imaginemos que somos uma vaca. será  que iríamos  escrever o  artigo nono daquela declaração da seguinte maneira: "quando um animal (no caso eu sou uma vaca. é só para facilitar. na realidade seria um boi) é criado para alimentação humana, deve ser nutrido, instalado e transportado assim como sacrificado, sem que desses atos resulte para ele motivo de ansiedade e dor." já no seu artigo um, a declaração é giríssima para não dizermos mais asneiras: "todos os animais nascem iguais perante a vida e têm todos os mesmos direitos  à existência." para não levar esta questão por becos e canadas, o que está em causa é uma forma de escamotear a imposição de algumas senhoras que obrigaram os maridos ou amantes  a legislarem a favor dos seus companheiros domésticos. dizem que algumas gostam muito de ser lambidas pelos seus canídeos. é capaz de ser bom. e se o canídeo não tiver a "idade legal", será que a dona pode ser acusada de canifilia ? é só disparates que me saem da cabeça! nós matamos tudo que é vida. mas como somos os mais trapaceiros do planeta misturamos tudo. criámos uma coisa que se usa chamar de valores para nos orientarmos mesmo que os valores tanto podem estar guardados em altares como em vasos da noite. às vezes pergunto-me se os animais que vivem connosco como as moscas ou os mosquitos, ratos e lagartos são domésticos ou são inimigos domésticos os quais podemos exterminar sem atentarmos contra a tal declaração? todos os animais quer dizer todos ou alguns? matar um porquinho da índia a pontapés pode ser considerado crime? ou para o matar tenho de o alimentar, instalar e conduzi-lo ao fogão não permitindo que sofra? colocar um bacorinho no forno, é crime? este texto está confuso! é mesmo assim. foi como fiquei depois de os humanos terem escrito uma declaração de direitos dos animais mais estúpida que até hoje foi elaborada. nem o lobo mau que comeu a avozinha  do capuchinho conseguiria ser tão inconsequente. " aqui-d´el-rei, mataram a vaquinha do presépio!" mas que grandes sacanas! "aqui-d´el-rei, que também mataram o burrinho do presépio para dar de comer aos leões do zoo". que os pariu. acabem com esta merda toda e prendam-me mas é o pai natal que tem nestes últimos anos contribuído para a destruição as economias de famílias inteiras  enriquecendo comerciantes e trapaceiros e incentivado o assassinato em massa dos perus. safa!
mmb
ps: não me responsabilizo moralmente por este texto. sou como o banco de portugal. já criminalmente não digo o mesmo...