manuelmelobento@gmail.com

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

fiel? era o bacalhau!


terça-feira, 27 de novembro de 2012

e agora para onde vamos? a casa de todas as putifarias contra o poveco fez das boas


se estivéssemos sós neste mundo onde poderíamos arranjar modelo de comparação? amanhávamo-nos sem outro remédio. agora, com outros povos para podermos relativizar, a coisa fica chata. salazar e mais tarde marcelo - um todo nada menos - eram jonetistas. levaram o poveco até à penúria dado que pouco ou nada produzíamos para sobreviver condignamente. o velho seminarista de santa comba dão sabia muita coisa acerca das pessoas. aprendera a maldade toda dentro dos muros conventuais e nas cozinhas das casas de suas excelências os patrões de seu pai. como era um excelente estudante acabou por dar explicações à menina da casa, e isso ofereceu-lhe aprendizagem sociabilizante. eh pá, era um homem do real. quando foi convidado para governar o país, percebeu que as pessoas eram pobretanas mas precisavam de comer. havia também a classe média e a outra que possuía  tudo. pobre - no pensar dele e dos próprios (pobres) - desconfia quando a oferta é grande. por isso, pouco mas certo e o poveco estaria contentinho com a sua política. a ajudar este clima, disponha  de  missinha avulso e das bençãos dos bispos (que nessa altura ainda percebiam que os pobres deviam respeitar os santos da sua predilecção e como prémio não trabalhar nos dias a eles atribuídos). à classe média, o salazarismo deu certas folgas. os "empregados" do estado ganhavam muito pouco, mas era seguro. bastava olhar para o poveco e para as dificuldades com que vivia para darem graças ao que obtinham (às vezes - o poveco - passava fome). alguns de entre ele nunca comeram um bife em toda a sua vida. e os que tiveram a sorte de o dentar não tragavam senão restos dos meninos com fastio. (o pão de trigo era usado/comido para os dias de festa). as professoras primárias ganhavam uma marreca e ainda por cima não podiam casar com zés ninguéns que era para estes não chularem os seus poucos tostões mensais. era a lei do casamento das professoras. havia uma classe média (média cá dentro porque comparada com qualquer outra do mundo civilizado metia dó). os vencimentos da plebe que funcionava no público andava pois à volta do vencimento da pobreza dos professores primários. daí para cima nada faltava. a terra e as casas arrendadas permitia que os senhores vivessem resfastelados. salazar nada lhes dava directamente, porém, não lhes aplicando  impostos estava a encher-lhes a burra? lembro-me de que depois de 26 anos depois da segunda guerra havia um instituto geográfico e cadastral que se dedicava a fazer o levantamento das terras para futura actuação tributária. nem 10% do território estava levantado. ah, um certo dia, um pobre remediado que tinha comprado um pedaço de terra com 2.600 metros quadrados queixava-se de que pagava tanto de imposto quanto o seu senhor que possuía 1.300.000 metros quadrados. bem, adiante que já me perdi. o psd e o pp aprovaram um orçamento que vai fazer com que sintamos aquele frenesim estremecedor corporal sempre que a pobreza bate à porta. dizem os entendidos que o desemprego vai aumentar. que vão continuar a falir mais empresas. que a segurança social está falida e os pensionistas tremerão no dia da esmola. que o estado se não estender a mão à caridade europeia não tem dinheiro para pagar aos seus funcionários.  que as polícias e os tribunais vão ser reforçados em proventos e benefícios. a polícia com mais benefícios? para quê? será para actuar contra o crime ou para defender o estado refundido de passos e portas que já provaram o seu pendor anti-social e antinacional? vou terminar. revoltaram-se contra a dona isabel jonet por que a senhora no seu caridoso entender permitiu-se pensar em moldes caracteríticos do salazarismo penitente. entonces não é! bem, contra o que aqui vomitei disse o ministro gaspar que portugal vai crescer. vai? eu sei que quando abro um site de mulheres nuas - ai gosto tanto, não tenho é dinheiro - anunciam uma coisa muito boa aos homens que apresentam um pénis pequenino. tem-no pequeno? nós aumentamos essa peça. depois mostram um beneficiário já com ele "elefantado" (não tenho outro termo à mão. salvo seja!). vai crescer o quê senhor professor? o senhor que devia ser o timoneiro da nação (passos é fraquito) não passa de um faroleiro prestimoso para avisar os invasores deste país do quanto ainda podem mamar no poveco. não escrevo mais! apetece-me dar dentadas no céu da boca só de pensar que os meus subsídios foram parar a contas da última grande quadrilha que infestou portugal depois do ultimato de 1890.
manuelmelobento

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

partidos nutridos com dinheiro de sangue e partidos escanzelados

que milagre se deu com certos partidos que de um momento para o outro se viram cheios de dinheiro? aquilo é que era gastar milhões em campanhas eleitorais acompanhadas por grandes farras.  uns até tinham avião particular... os empreiteiros, os empresários, os deputados (que aprovaram em são bento putifarias e que depois compraram prédios (para si) sem qualquer tipo de justificação plausível com dinheiros vindos dos desertos - em áfrica há muitos.), etc. ah, já me ia esquecendo dos deputados angariadores. um deles foi apanhado com uma mala cheia de cacau pelas autoridades. de onde veio tanto dinheiro? eh pá, eu não sei. é que se soubesse também abria a cloaca para o meu partido que fechou a loja por via de falta de fundos para pagar as multas justiceiras impostas lá do alto. relembro-me de ter apresentado ao povo (que estúpido - já era desde o tempo do salazar) as despesas da minha campanha eleitoral (em s. miguel, lá nos açores) que somavam a seguinte quantia: 178$00 (escudos). eh pá, aquilo é que foi gozar! desde jornalistas (o que se pode arranjar) até ao mais reles plebeu, fartaram-se de rir até às lágrimas. eu também me ri imenso mas foi por outra coisa. conto já. incluí no programa do partido que eu dirigia -  e que era na altura apodado de extrema-direita -  as directrizes dos textos políticos  que estavam expressos  na campanha do partido comunista. também ri até às lágrimas quando ataquei, com mais ferocidade do que os comunas, os fascismos da altura. continuei a ser tido como fascista ou coisa parecida. eu sei qual a razão disso, é que eu defendera em estilo democrático o nacionalismo açoriano. era moda política na altura considerar extrema-direita quem assim pensasse. e eu que até vivi com o cu apertado quando fiz da minha casa de lisboa (arrendada) uma sede itinerária de um partido de esquerda, no tempo da outra senhora. porra da política e de políticos. bem, não era isso que eu queria dizer. foi só um toque a puxar para a vaidade. perdão! não me quis sujar com dinheiros e foi o que se viu: miséria de votos. só as velhinhas votaram no meu partido. falta de visão foi o que resultou da investigação para meia dúzia de votos mal empurrados. ora vamos ao que interessa. os partidos que foram beneficiados pelo milagre dos fundos avultados - a quem as várias polícias tentando apanhar outros bandidos descuraram a verdadeira investigação - para além de nadar em dinheirama deram-se ao luxo de comprar grandes palácios para lá se instalarem e poder discutir os interesses do (de quem?)  povo. olhem só: no tempo do algarvio cavaco primeiro-ministro, o psd comprou "el contado" por uma fortuna a sua sede. onde foi buscar o dinheiro ? (1) que contas prestou ao povo social-democrata desse gasto e de outros? nicles! cuidado, que todos os partidos comem do mesmo. isto é, os partidos que estão assentados em são bento. de repente, partidos de remelosos  gastam milhões de euros em fanfarras para acordar o poveco. é dar-lhes  vinho, farra  e bolos que eles elas (eleitores) só não metem nas ranhuras das urnas os pentelhos por causa do decoro paroquial. o outro dia fui levantar 5.000 euros que tinha na minha conta bancária (não eram meus, porra. foram lá postos por engano!) e tive de esperar um tempão pois para levantar tal quantia e dá-la ao dono torna-se necessário haver autorização superior. se eu tivesse levantado menos de 5.000 euros não havia necessidade de autorização. eu não sabia! obrigado, senhor bancário! ainda há pouco o cds recebeu milhões  que caíram na sua conta mas aos bochechos. milhares de dadores que verdade seja dita tinham chegado de vénus. um deles assinava a doação por jacinto leite capelo rego. alguém riu quando a polícia descobriu a manobra aquática? nada disso! só riram quando eu prestei contas dos custos da campanha eleitoral (178$00-escudos) de um dos partidos mais correctos que conheci: o partido da democracia-cristã. e eu já nessa altura não só não acreditava no altíssimo como tinha dele uma péssima impressão. o filho da mãe do altíssimo não dá nada a ninguém. ah, só aos ricos e aos partidos de colarinho branco. partidos de colarinho branco... gostei. saiu sem querer.
(1) - por coincidência na altura da compra da nova sede dos social-democratas com dinheiro à vista, um batoteiro do estoril obteve do governo de cavaco silva um grande benefício. isto é, foi-lhe permitido pagar seis milhões de contos de dívida (na altura era com escudos que se fazia este tipo de negócio) ao estado em tranches variadas e sem juros. sem juros. perceberam? não há coincidências escreveu a margarida rebelo pinto, a quem o rolo duarte do descabeçado hotel babilónia negou o título de escritora. não minha querida, eu acho que há coincidências regulamentadas...
manuelmelobento

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

será que jerónimo de sousa tem o marxismo no lugar?

se há consciência nacional esta deve-se ao facto de ser determinada pela existência social. eh pá, isto não é nenhuma novidade para os marxistas. até porque foi um arranjo feito à pressa retirado  da bíblia do pai terreno senhor karl marx para dedilhar duas linhas cá para o blogue. este repescar das bocas do velho fumador de charutos, comedor de sopeiras mas grande filósofo veio a lume por acaso depois de ter lido a entrevista do secretário geral do partido comunista, jerónimo de sousa. se levarmos em conta o que diz marx e o que diz jerónimo, a consciência nacional está desenhada no estilo de uma europa determinada pelo capital financeiro e pelos grupos económicos. está determinada por um directório de potências. o líder comunista (feito de coerência marxista) concluiu (tem muitas conclusões em todo o texto) que os governos portugueses não têm defendido os interesses de portugal ao contrário dos, por exemplo, do governo chinês. jerónimo de sousa foi o único político que até agora aponta soluções através de uma actuação material. quem quiser saber o que disse j. sousa que compre o público de hoje-sábado que eu não sou porta-voz de comunistas nem sou comunista. limito-me a ler o mundo com as  minhas lanternas de "semiburguês". percebo que a minha leitura peca por não ser universal, mas nada posso fazer.  bem, uma filosofia dirigida para uma grande parte dos indivíduos tem mais razões para sobreviver quando as condições económicas os retiram da distribuição da riqueza. no caso português, talvez não seja bem assim. digo isto porque a riqueza que até há pouco tempo circulava por aí não foi distribuida mas sim caçada por grupos organizados. refiro-me aos partidos políticos criados à semelhança do regime democrático. desviaram os fundos - que deveriam ter sido dirigidos para enfrentar o desafio europeu - para os seus bolsos. e esse roubo passou a ser o passivo nacional. pode? aconteceu nas barbas de todos os órgãos de soberania e nos bigodes de todas as polícias. será que a nossa consciência nacional é isto? isto é, determinada pela actual existência social? que quereria significar, então, marx com a determinação da consciência pela existência social?é que ainda tenho os olhos a remelar com as frases que li do líder comunista: "... para nós, a questão é portugal precisar de um desenvolvimento soberano, compete ao povo português decidir o seu devir colectivo." depois de 38 anos a decidir através do querer do voto não foram suficientes para se saber o que o povo quer? para o povo se exprimir? o povo português dá a entender que a sua existência social  dá para determinar a sua consciência e esta nada tem a ver com os apelos de jerónimo.  jerónimo (marx) quer colectivizar economicamente um povo que vive rodeado de mitos religiosos profundos sem exigir a separação  integral da igreja do estado. nem um pio sobre a esfera do sagrado que é para não perder posição em são bento. néh! não foi a criação  de imensas  escolas e de universidades durante estes 38 anos que impediram três gerações de se libertar do mito atrofiador da mensagem judaico-cristã. o judaísmo-cristão determinou e determina a consciência do povo português. talvez até tenha mais força do que a existência social onde passo a incluir a representatividade e comportamento económico. não se pode omitir a influência do mito. nem mesmo a rússia berço das experiências marxistas-leninistas conseguiu acabar com a influência dos sacerdotes procuradores dos deuses imbutidos no cérebro humano. no caso específico, do deus judaico posteriormente cristianizado. como compreender um povo que depois de começar a rapar os taxos com fome ainda se permite olhar os seus carrascos como fruto de esperança e de melhores dias. não me contrariem, que me dano. as últimas sondagens dariam uma expressiva vitória ao partido socialista - que é cumplice da direita desde mário soares (leiam jerónimo) - se houvesse eleição amanhã. depois, há uma coisa que sempre estranhei. milhares e milhares de jovens  licenciados. em vez de se organizarem para um combate  a sério contra os que estão a levar portugal para a ruína, resolvem emigrar. vão lutar fora do local onde nasceram. que raio de consciência nacional determinada pela nossa específica existência social. acho que é preciso uma nova filosofia. ah, e uma nova práxis que esta de luta de classes ou de ditadura de direita já eram, porque caducas. estou a referir-me a uma filosofia de conjunto que é o que nos faz falta para acabar de uma vez por todas com o domínio avassalador do individualismo idiossincrático. este novo modo de estar vai ser uma opção entre o voltar a ser uma nação virada para si e para os seus problemas típicos ou uma tribo de operários por conta de multinacionais por cá instaladas depois da gestão dos lesa-pátrias que abocanharam o poder a partir de 1974.
manuelmelobento
ps: eh pá, o que seria de nós se marcelo tivesse - num golpe de génio - mandado prender o almirante casmurro américo thomaz e tivesse permitido eleições livres para o povo decidir o seu destino? ena! ena! que grande nação seríamos hoje. pois é, não é hábito os governos dialogarem com o povo para o auscultar e dirigir os negócios do estado a seu mando. fraca existência onde nem a consciência obedece aos ditames de karl marx nem sei se ela existe fora do sagrado...
 

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

o novo português vai ter de trabalhar noutras áreas, se as houver

uma das muitas medidas deste governo que denota o que pretende fazer da vida dos portugueses está na modificação do sector da restauração. tascas, tasquinhas, restaurantes, "snack-bars", "grills" cervejarias, casas de pasto, pastelarias e mais outros tantos espaços onde os portugueses se refastelavam estão a agonizar. aquela hora e meia que a malta tinha para almoçar já era. o país vai ter de empobrecer tal como a tese jonetista implodiu no deserto da cegueira nacional. os restaurantes não vão acabar. manter-se-ão para servir turistas, homens de negócios e como não podia deixar de ser a escumalha política (classe que tem contrato com a perenidade). os  portugueses da plebe (ou que voltaram a ela) vão passar a usufruir de meia hora para "almoçar" e toca a trabalhar (isto se tiver emprego). o senhor pedro passos coelho não sendo ariano puro é uma espécie de branco com tez meridional, (assim como o conjunto dos que  governam este pequeno e pouco habitado país que tem tanta população quanta possui dez avenidas noviorquinas). esta característica e o contacto  com o modelo de exploração da mão-de-obra dos anglo-saxões tendem a transformar o modo como enfrentávamos o processo económico. portugal era um país rural com duas "grandes" cidades vocacionadas para a importação. a industrialização era uma aspiração que teve fortes indícios  na altura do marcelismo ( as cinturas industriais de lisboa e porto) mas sucumbiu com as alterações que  a "revolta" de abril inesperadamente trouxe. de resto, o que mais por aqui pululava eram as pequenas empresas que os politólogos teimam em designar de médias empresas. com a entrada de cabeça nos fundos europeus o pleno emprego desabrochou e o estado encheu-se de funcionários assim como as empresas do chupa-chupa que cresceram como cogumelos ofereciam trabalho. era tanta a oferta que - imagine-se, de um país de emigrantes passámos a ser de imigrantes. é obra! - havia quem se desse ao luxo de escolher onde ir prestar serviço. havia restaurantes e casas de pasto por aqui e por ali em "quantidades ordeiras", com este falso desenvolvimento (era tudo a sacar, até parecia que tínhamos chegado à índia) qualquer buraco dava para criar um restaurante  e com tendência a expandir tal era a frequência da freguesia. portugal passou a viver em restaurantes e esplanadas acompanhado por poucos turistas. (os suecos que nos visitavam traziam latas de atum consigo. ah, mas compravam pão; pelintras!). com o aumento das rodovias e obras de vulto à cavaco (ccb) também cresceram entre nós muitos escritores, intelectuais, pensadores, politólogos e muitos professores universitários (coitadinhos ou estão no desemprego ou voltaram para o balcão de onde nunca deviam ter saído. mas mesmo assim quando se apresentam à sociedade nas revistas da pantera apresentam-se como - não podia deixar de ser - professores universitários. até o senhor relvas foi professor universitário de si mesmo. portugal era um delírio. restaurantes e casas de putas, meus queridos, era uma coisa nunca vista. ah, e putas finas e de leste. estas vieram dar um ar da sua graça por causa da tonalidade da pele a que estávamos pouco habituados... (a comê-as) era assim o país. fátima e os dinheiros da união tornaram-nos modelos a seguir. de repente, o país faliu. como assim? deixemos a falência para a polícia e viajemos para o novo modelo de homem que está na forja criada pelos nossos queridos social-democratas. baixaram as remunerações dos trabalhadores (vão continuar a baixar) até ao ponto de podermos competir com a ásia. é a verdadeira industrialização de portugal que está à vista. é o novo milagre económico que nos vai fazer ricos de novo. e tudo pela mão da mistela de arianos que governam. sim senhor! foi o saque de ceuta, foi a venda de escravos, foi o negócio das especiarias da índia, foi o cacau e o café das terras de áfrica, foi o ouro do brasil (tal como o cavaco, dom joão V espatifou milhões de dobras  no ccb da altura. cabeças!), foi o dinheiro da comunidade europeia e é... bem, segue dentro de momentos a mão-de-obra mais barata da europa para regalo e pança cheia de uns quantos e aplauso e de muitos. o costume. 
nb: ia esquecendo. o português deixará de se deslocar de carro para as novas fábricas e em substituição usará o metro levando na mão  a lancheira.  
manuelmelobento

sábado, 17 de novembro de 2012

o velho deus de dom policarpo e do bispo torgal já não domina os raios e os ventos que criou em seis dias


portugal velho  país cristão e respeitador do velho deus judeu que transitou para o ocidente recauchutado de muito amor e democracia foi castigado com ventos assassinos que destruíram lares de gente que no dizer de dona jonet: bifes já eram. eh pá, ó senhor deus (meus pais inscreveram-me como católico na matriz da minha cidade natal sem me pedirem autorização. é como aquele pai que faz do filho sócio do benfica mal ele sai do ventre da poedeira.) com tanto sítio onde podes vomitar os teus ódios contra a humanidade que criaste a meias com eva vais logo destruir as habitações dos pobres portugueses da ex-classe média com esse sopro que despejas sobre a terra (tua obra-prima...) quando espirras. eh pá, agasalha-te! porra, parece que ultimamente andas sempre constipado. então não tinhas o palácio de belém, o edifício do parlamento, o centro cultural de belém para despejares esse ódio ventoso? que raio de justiça é a tua meu carrasco divino? já agora que estou com a mão na massa, não achas tu ó deus de dom policarpo e do poveco ignaro que os danos causados dentro das casas dos desgraçados que prejudicaste deviam ser cobertos por quem cobra impostos sobre os imóveis? isto é, o estado. ou esta merda, perdão, esta instituição só recebe e não quer dar nada em troca? sugiro que sopres contra os mosquitos aedes albopictus e os empurres para áreas onde estejam cavaco silva, pedro passos coelho, o publicano gaspar e outros. ah, que esses mosquitos sejam portadores de dengue ou lá o que é. ah, poupa a barata tonta! ah, dá um jeito à protecção civil informando-a antes de espirrares que é para ela não fazer figura de parva coitadinha. assim, ela só serve para serrar árvores caídas. pai nosso que estás nos céus que não seja feita a vossa vontade. ámen!