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sábado, 29 de setembro de 2012

arménio carlos não pediu a expulsão de cavaco de belém, mas falou bem. até chamou de "mês camarada" aos milhares que o ouviam e que não votam pcp

 
 
arménio carlos falou na praça do povo (antes chamada do comércio, terreiro do paço e outras designações) local preferido de democratas, republicanos e fascistas (isto se assim designarmos os salazaristas. é - a meu ver - um pouco forçado..) para se dirigir ao poveco. umas vezes são os ditadores a arcar com as despesas da deslocação dos manifestantes, outras são as facções partidárias e outras ainda as centrais sindicais. nunca falta povo desde que se lhe permita alguma comodidade e transporte. para essa praça cheia falou salazar, pinheiro de azevedo e outros de varanda ministerial. aquilo é que era aplaudir. o povo pobre aplaudiu salazar (eu sempre me questionei das razões). o povo aplaudiu o almirante pinheiro de azevedo (o da bardamerda pró-fascista) apesar de ter havido fumaça no recinto. todos eles se dirigiram ao povo. arménio carlos (uma estrela em ascenção desde que carvalho da silva deu em professor fugindo ao desgaste de imagem) preparou uma intervenção que só um comunista proferiria. juntou - em palavras - o capital ao trabalho e atacou os capitalistas. ao que veio arménio carlos? dirigiu-se sempre aos camaradas. sendo comunista estava certamente a cumprir ordens. quer dizer, numa praça com dezenas ou mesmo centenas de milhar de manifestantes, arménio só queria comunicar com os camaradas ou queria fazer de chefe suevo (hermerico) ao converter tudo à cartilha marxista-leninista-estalinista-cunhalista? aquela gentes não deve ter gostado que arménio se lhes tivesse dirigido chamando-lhes de camaradas. arménio, como comunista, não é democrata! isso seria um contra-censo. está na sua cartilha! isso (ser democrata) seria encapotar ao que veio o comunismo. arménio não fez papel de sindicalista. arménio fez de chefe partidário, uma espécie de lenine intelectual. quer que o governo eleito por uma maioria seja expulso do poder. mas isso não é compatível com as suas funções de líder de trabalhadores. quer que o governo  passos (o ladrão, lia-se muito em cartazes) caia. estamos de acordo. mas substituir um governo legal por outro é cair no mesmo erro. ou não sabe arménio carlos que o povo português é poucachinho da tola. tem dado provas disso ao votar nos que o roubam. e sempre que há eleições é sempre a mesma merda. portanto, caro senhor arménio carlos, porque não ensinou a luta de classes tal qual ela é no panorama de luta dos desprotegidos quando se dirigiu aos esfomeados da praça do povo? o senhor mente tal qual o senhor passos coelho que disse uma coisa na campanha e depois quando foi eleito fez o contrário. supunhamos que conseguia derrubar o governo da coligação e que era o senhor o primeiro-ministro. como governaria? se condena a política de passos naturalmente iria governar pela cartilha marxista. e como é que era? não iria nacionalizar a banca, os seguros? não iria permitir a ocupação das terras? a terra a quem a trabalha? não iria trocar o modelo de economia de mercado por uma economia centralizada, isto é, não iria tornar o estado dono dos meios de produção? não iria acabar com a vigarice do serviço nacional de saúde que deixa que os doentes sofram em filas de espera até que deixem de respirar? não iria dar atenção a uma verdadeira revolução no ensino acabando com o desastre que se aproxima e que está relegando o povo para a obscuridade de onde permaneceu largos anos? não iria acabar com o desvio de oito mil milhões de euros para instituições que estão nas mãos da igreja de roma que é uma espécie de estado - cá dentro - com chefe e tudo (este povo pouco se distingue dos vizigodos se me faço entender)? não iria o senhor pressionar os órgãos de investigação criminal no sentido de começarem a meter na prisão todos os que roubaram de forma directa ou indirecta os dinheiros públicos? não iria o senhor forçar a saída  do sistema monetário europeu? o senhor apelou para a independência nacional! isso não quer dizer mandar a nato àquela parte e deixarmos de enviar tropas portuguesas para os vários palcos e cenários de guerra do mundo? eu sei que não é o seu estilo de isoladamente e "orgulhosamente sós". mas para onde nos levaria a sua orientação política? de si nem uma palavra sobre as intenções. o senhor só atacou a actual política oficial. pareceu-me ouvir que queria resolver a crise com um modelo tipo noruega onde os mais ricos pagam mais impostos e a justiça social é um facto. é isso que o senhor pretende? mas para isso devia o partido comunista propor este tipo de política económica já que se diz democrata. acabar-se-iam as tramóias que tanto ps, psd e cds arquitectaram e que levaram o país à ruína. apresente o partido comunista um projecto semelhante aos países nórdicos ou lá próximo e vá a votos com ele bem explicado. não será necessário sermos todos camaradas para que um projecto dessa envergadura seja aprovado pela maioria deste povo. é preciso pedir a demissão de cavaco silva. por que razão não o fez senhor arménio carlos? porque podia perder aderentes? cavaco representa o podre do portugal de hoje. há que correr com ele de belém! há que correr com os pseudo partidos democráticos que destruiram portugal! só o povo poderá fazê-lo. duas maneiras: ou se alia às forças armadas, o que está por enquanto fora de questão, ou então, dentro do sistema (não há outro) desmontar o medo dos comunismos à moda do leste. um comunismo à berlinguer e porque não? um governo bloco de esquerda e comunistas porque não? é que tanto o pc quanto o bloco poderiam apresentar um projecto de sociedade já referido e poderiam aplicá-lo. são as únicas forças partidárias que ainda não se queimaram com as políticas desta união europeia que só serviu para criar a distinção entre povos ricos e outros pobres e idiotas. juntem-se e proponham a alternativa credível. mas para cumprir com honra patriótica. se não é para cumprir um futuro que pode vir socorrer as gerações futuras e estar apenas a falar para ficar no boneco, então que vá bugiar o senhor, a sua verborreia (de luxo), o partido comunista, o bloco de esquerda e outros que fingem ter portugal no coração.
mmbento

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

estas manifestações são contra ti, ó estúpido!


quando em 1958 o general humberto delgado foi convidado pelos opositores do regime salazarista a candidatar-se à presidência da república as manifestações de apoio não se fizeram esperar e mostraram-se sem cerimónia contra o regime semi caduco que se mantinha de pé e de saúde graças à igreja católica e às suas negociatas. só na cidade do porto uma enorme multidão com cerca de trezentos mil pessoas encheu a praça carlos alberto vitoriando o mais tarde designado general sem medo. o regime do bondoso ditador, acabado o período eleitoral - cujos resultados, segundo a oposição, foram uma verdadeira fraude - pôs os cães de caça a farejar os "comunistas" (eram assim designados os que se lhe opunham, de entre eles estavam os católicos do largo do rato). despedimentos e prisões foi o resultado da caçada. muitos emigraram porque cá dentro não havia hipóteses de sobreviver. américo thomaz foi eleito e o país entrou novamente naquela paz saloia que era muito bem interpretada nos palcos do parque mayer (única oposição permitida nos subentendimentos). o país vivia numa paz caracterizada pelo amor ao fado, ao futebol e a fátima (mais ou menos o que é hoje). as terras do interior de portugal estavam desertas (como  hoje se encontram) e havia muito velho e criança pelos cantos e fontenários. os pobres (que os havia em profusão) estavam domesticados e treinados a passar uma certa fominha. lembro-me de ouvir falar em pão com azeitonas como refeição e até de quem - para matar a fome -  beber azeite. o milagre de não haver gente a morrer à míngua deveu-se às divisas enviadas pelos  portugueses que trabalhavam na alemanha, na frança e no luxemburgo. isto é, era com este dinheiro que muitos mataram a fome e até construiam a casita dos seu sonhos (pobre não tinha casa). para o regime as divisas dos emigrantes eram uma receita do melhor que havia cá dentro. o regime imponha-se mais pelo medo psicológico do que pela repressão física, tipo síria. ajudado, claro está, por uma enorme quantidade de bufos que surgiam debaixo dos pés como as codernizes entre o trigo. nos "períodos de paz" , o regime só não dormia descansado com os universitários. pois estes, como é seu hábito, gostavam de se fazer políticos de oposição para depois se agachar nos tachos que o bom ditador preparava para eles se calarem. e não era preciso muito para tal. os oposicionistas, por exemplo, tipo irmão do professor daniel sampaio que foi presidente desta república vivia muito bem dos ganhos como advogado. o regime dava para todos. os oposicionistas mais apressados e que desejavam alcançar cargos políticos que lhes estavam vedados pelos fiéis e que se ponham a armar aos cucos eram despachados para a prisão (no máximo 60 dias numa boa) ou degredo. eh pá, o santo ditador queria um país pobrete, alegrete e pacífico. era o que estava a dar na altura. salazar que governava apoiado pela igreja e pelos grandes capitalistas permitiu-se durante 43 anos abafar qualquer tipo de manifestação que fosse para além de uma simples peregrinação onde o avé... avé... não apresentasse mais do que 12 decibéis. e porquê? porque o poder  da igreja e o alto capital  assentam em forças repressivas, desumanas e criminosas , ao ponto de não considerarem os direitos fundamentais dos indivíduos. uma simples reivindicação para melhoria de salário dava direito a chumbo. assim se matou, por exemplo,  no alentejo uma mulher com o filho ao colo. estávamos no ano de 1954. todos os crimes do estado novo foram sempre abafados quer pela igreja que era o cúmplice número um e o grande capital que não permitia dividir as grandes margens de lucro (uma coisa parecida com o que se passa agora). bem, com  manifestações ordeiras umas, abafadas outras assim assim se chegou ao 25 de abril de 1974. aí, meus caros, ninguém mais segurou a multidão e foi um tal ver autoridades ex-repressão a apoiar grupos de manifestantes que derrubaram e assaltaram  propriedades antes invioláveis. outras autoridades também ex-repressão para não ficarem de braços cruzados se dispuseram a dar cobertura a outros tantos manifestantes. uns assaltavam e ocupavam enquanto outros queimavam e destruiam tudo pela frente. uma espécie de guerra civil (25 de novenbro de 1975) à portuguesa à hora do copo e dos caracóis. atenção, o melhor é fugir da frente! o senhor 1º ministro não é tolo nenhum e sabe que o português só fará manifestação tipo assalto à embaixada de espanha (27 de setembro de 1975) quando tiver as costas quentes. até lá passos vai-se guardando com os pretorianos que estão a tomar ares de uma certa força especial muito violenta. que o diga o repórter de imagem da tvi. acabado o ciclo do euro tal qual se acabou o ciclo da pimenta vai restar a passos, a cavaco e a mais alguns a ilha do corvo. a madeira está fora de questão. isso era no tempo que madeirense era casca grossa. agora, embora continue casca grossa está politizado. é perigoso fugir para lá. ah, e um "otelo" ingénuo a  aparecer nestes tempos que correm, já era!
mmb

terça-feira, 25 de setembro de 2012

o portugal fascista e o portugal dos ladrões que mexem no erário público

 
 
não se pode chamar ladrão nem ao prof. marcelo caetano, nem ao almirante américo thomaz, nem ao bondoso ditador salazar, nem aos seus ministros porque todos eles morreram pobres. e morreram pobres porque não roubaram os dinheiros do estado que estavam à sua guarda. de repente, o fascismo acabou e entrámos de cabeça na democracia... aproximemo-nos do povo quando se aglomera e ouçamos o que ele chama aos ministros que aparecem aqui e ali: ladrão! gatuno! nenhum político de agora no activo como os que já o foram (nesta democracia) e ainda  estão vivos e arrastar as botas pelos restaurantes de luxo escapam aos nomes que para além de lhes serem gritados estão esparrachados em cartazes levados por donas de casa e outras senhoras da antiga classe média como se fossem numa procissão da senhora da saúde: ladrão! gatuno! ladrão! gatuno! e repetem até à hora das refeições que manifestante também come (por enquanto). dizia o povo no tempo do bondoso ditador: deus não dorme! e foi verdade, pois deus arranjou maneira de fazer com que o velho femeeiro de santa comba batesse com o occipital no chão histórico do forte de são joão na costa do sol. e pouco tempo depois bateu a bota. que o deus de muitos portugueses e da dona maria de jesus barroso o tenha num bom lugarzinho! quanto a estes que agora nos governaram e nos governam nada lhes acontece. deus deve ter morrido com salazar pois nunca mais fez justiça e há por aí tanta cadeira onde eles se sentam (os safados democratas). estou a escrever esta bodega e ao mesmo tempo a ouvir o ainda jornalista da sic mário crespo (a quem desejo muita vida e verve). olha, ele vai interromper o diálogo com o marido da juíza que recebeu 73.000 euros fora o ordenado facto que foi muito comentado quando o antigo oposicionista se tornou - imaginem - ministro da justiça (desta democarcia, note-se). anunciou o nosso mário: a polícia judiciária "invadiu" (buscou) as residências dos ex-ministros das obras públicas (eram assim designados) mário "jamais" lino e antonino mendonça para investigar indícios de crime em suspeição nos tratados com as ppp e  que levaram o país à ruína. que deus e os guarda-costas lhes tenham em bom resguardo, não vá o bom povo substituir os tomates pela artilharia com que o santana queria rebentar com o salazar, quando este bode cobridor assistia à missinha dominical!
mmbento

portugal nas mãos dos ratos


segunda-feira, 24 de setembro de 2012

portugal sujeito a chantagem interna(cional)


 
a questão já não é pagar a dívida pois sabemos que pagá-la está - nos tempos mais próximos - fora de questão. a verdade é preciso dizer à população portuguesa: não temos condições económicas para fazê-lo. é dentro deste quadro que surge uma política que se caracteriza pela mentira, pois só ela - áté ver - poderá garantir a sobrevivência de portugal na união europeia. a mentira apresenta duas facetas. uma delas é que a classe política vive dela e nela se refastela. a outra é mantida para acalmar o povo até ser possível alguma alteração na economia interna e externa que tardam a aparecer. a classe política não é composta apenas pelos que estão no activo. é algo mais lato. homens que serviram o estado e dele se serviram para melhorar as suas vidinhas estão comprometidos com o grau de indigência em que nos atolaram e que é de  todos conhecida. serviram a política e comprometeram o estado, porque para os sustentar o estado teve de ser esprimido até ao tutano. é verdade que o estado não abriu falência pelo que lhes paga. em parte as suas mordomias apesar de serem altas e vergonhosas em nada se comparam com o modo como os artefícios com que verdadeiros traficantes seus companheiros de "luta social" armadilharam o erário público. para essa gente (alguns deles enchiam ao tempo a boca com impropérios contra a ditadura salazarista) ficar de bucho cheio foi preciso dar de comer ao capital internacional que permitiu - dentro da trama democrática - colocá-los nos postos-chave onde o dinheiro fluia. não estou a referir a corrupção. esta apesar de ser um verdadeiro cancro social só alimenta um certo tipo de decisores que se acoplaram nas autarquias e em certos ministérios e cinturas dos mesmos. as autoridades sabem quem são. é fácil acusá-los pois quando começou a cena democrática nem tinham dinheiro para comprar dois rolos de papel higiénico. a coisa ultrapassa em muito este cenário que está à vista. o que nos desgraçou foi o compromisso com o tal capital que nos invadiu e que por meio dos seus sicários nacionais nos tramou para sempre ou quase. há quem diga que serão precisos  nunca menos de 75 anos para podermos reaver um certo equilíbrio e paz sociais. mas que capital é esse que aqui é referido? aos poucos tem vindo a público os grandes golpes a que foi sujeito o estado português. psd e ps estão a ser investigados pois foi através deles que o estado sucumbiu. o cds-pp  também tem culpas no cartório, mas estas correspondem apenas  ao seu reduzido "mercado eleitoral". o estado está hipotecado em quase 500 mil milhões de euros (porém, ninguém o declara). entre desvios "oficiais", golpes na facturação, compromissos em obras públicas pagas e ainda não realizadas, criação de empresas semi-estatais onde era impossível saber-se que quantidade e montante dos  dinheiros públicos que por elas circulava, melhor escorregava (o tribunal de contas - ingénuo e coitadinho - só se poderia pronunciar sobre o que lhe era entregue para "julgar"), universidades privadas que negociavam armamento apadrinhadas por sectores do estado (assunto ainda em contas com a justiça possível). não se pode falar do tráfico de drogas porque está tudo no segredo dos deuses e o medo guarda-o... convém a certos grupos que se faça barulho com certas despesas sociais que é para não se descobrir o rabo ao gato. pois, tal poderia tranformar o país num tal estado que permitiria a sua expulsão da união europeia. uma revolução tipo guerra civil não convém à ordem estabelecida. concluindo esta parte: portugal  foi servido pela banditagem internacional que sem se deslocar dos centros de decisão exteriores criou cá dentro uma trupe de cúmplices que estão dentro dos citados partidos e nas suas fronteiras a manipular a seu bel-prazer os dinheiros do povo. isto tudo nas barbas do partido comunista e nos pêlos púdicos do bloco. uma verdadeira tristeza! quando alberto joão jardim resolveu - numa das suas permitidas e justas diatribes políticas anti-burlões externos - gritar contra as grandes patifarias internacionais chamaram-no de louco. e louco será todo o que quiser alertar a consciência dos homens bons para o engano a que estão sujeitos todos os povos do mundo, inclusivé o nosso. a segunda parte deste texto fica para acabar depois do jantar...
segunda parte: mentir à população acerca do estado do país é quase um dever patriótico. imaginemos que passos coelho era um homem a cem por cento e convocava toda a gente para ouvir as verdades acerca da verdadeira situação que atravessamos. ora, dizer a verdade faria com que o povo saísse à rua para pedir e exigir justiça? não, o povo faria mais uma peregrinação e depois cantava-se o fado do choradinho e cama que se faz tarde. agora, quando faltar o dinheiro para pagar as despesas e compromissos do estado que tem correspondência na falta de dinheiro para pagar a mercearia, renda de casa, gasolina, tabaco e mais uma tantas coisas que nos deixam vivos, eu gostaria de adivinhar como é que era. se só as forças da ordem, militares e paramilitares, juízes e outros magistrados, políticos e adjuvantes é que tiverem a felicidade de receber  os seus vencimentos e mordomias pagos e o resto da malta ficar de mãos a abanar naturalmente que regressaríamos ao tempo sangrento da Iª república. e foi o que se viu. ora,  acabando: para travar este possível cenário qualquer governo não terá outro remédio senão ir reduzindo o poder de compra das gentes até às necessidades básicas. comer e sobreviver até que aos empresários lhes seja dado a liberdade de criar riqueza. sabemos o custo disso, mas não há outra solução. adeus hospitais dos ricos pobres, adeus educação gratuita, adeus reformas higiénicas. ah, adeus segurança social e as suas esmolas/subsídios. é mentira? esta é a dimensão do actual mundo português. haverá alguém capaz de dizer a verdade à malta? não, porque os donos da verdade são todos uns grandes mentirosos.
ps: já a seguir as duas meias economias que estão a dominar portugal. uma dominada interiormente por governos pró-comunistas apresentados ao eleitorado como social-democratas ou socialistas e que orientam todos os empresários associados no sistema de planificação em vigor. se estivessem atentos ao que disse manuela ferreira leite (econmista e social-democrata) ficariam esclarecidos acerca de como a social-democracia governa copiando os métodos totalitários  do antigo estado soviético. a outra meia economia diz respeito ao capital internacional que alimenta esta caríssima democracia arrecadando juros incomportáveis que são pagos por um povo ignorante e crédulo.
mmbento

sábado, 22 de setembro de 2012

governo unido... na fuga